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terça-feira, 22 de setembro de 2020

"Somos Físicos" As Maiores Falhas Do Mundo ( Placas Tectônicas)



Na porção ocidental dos Estados Unidos, mais exatamente no estado da Califórnia, ocorre um movimento tangencial entre duas placas tectônicas (a placa norte-americana e a placa do Pacífico), a primeira desliza 14 milímetros por ano em sentido sudeste, já a placa do Pacífico desloca-se 5 milímetros no sentido oposto da primeira. Essa movimentação das placas gerou uma das mais famosas falhas do planeta, a de San Andreas. O atrito entre essas duas placas gera frequentes terremotos na região, o que torna a Califórnia uma das áreas de maior instabilidade tectônica do planeta.

A Costa Oeste dos EUA, especialmente a Califórnia, é um dos lugares com a maior atividade sísmica do planeta.

Falha de San Andreas





Falha de San Andreas

 A falha de San Andreas é uma gigantesca rachadura visível de, aproximadamente, 1.300 quilômetros de extensão que marca os limites entre as duas maiores placas tectônicas do planeta: a placa norte-americana e a placa do Pacífico. O deslizamento entre as placas causa grande instabilidade em todo o estado da Califórnia, e foi a principal causa do violento terremoto que abalou a cidade de São Francisco em 1906.

Conforme o Instituto de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos, o estado da Califórnia apresenta 99% de chances de ser atingido, nas próximas três décadas, por um terremoto superior a 6.7 graus.

falha alpina, Nova zelândia

Chamada Falha Alpina, ela atravessa toda a extensão do território da ilha e marca o limite entre a placa indo-australiana e a do Pacífico, duas enormes placas tectônicas que “deslizam” lado a lado. No entanto, a cada 330 anos — em média —, essa falha provoca terremotos que podem ultrapassar 8 graus de magnitude, e o último deles aconteceu em 1717, ou seja, há 297 anos. Isso significa que existe uma chance de 28% de que um grande sismo ocorra nos próximos 50 anos.

Nas profundezas da falha

Assim, de acordo com o site Phyr org, com o objetivo de tentar obter sinais de alerta antes que um grande terremoto sacuda a ilha, uma equipe internacional de pesquisadores decidiu perfurar a falha para descobrir o que tem lá embaixo. O furo em questão terá 1,3 quilômetro de profundidade e 10 centímetros de diâmetro, e através dele os cientistas vão utilizar uma série de equipamentos.

A intenção é a de chegar até a chamada “zona de esmagamento” — ou seja, o local onde as duas placas se encontram — e fazer medições de pressão e temperatura, coletar amostras de rochas e capturar imagens e sons da atividade da falha, tudo isso antes que ela libere o já esperado terremoto. E ele provavelmente será espetacular, pois a previsão é de que a ruptura da falha faça o solo ao longo dela se desloque quase 8 metros na horizontal e 4 na vertical.

falha da samambaia

Normalmente, a atividade sísmica na região de Pedra Preta é bastante elevada. No entanto, a quantidade de tremores observada na última semana foi muito acima do normal, obrigando o prefeito da cidade a decretar Estado de Calamidade Pública.

De acordo com dados registrados pela Estação sismográfica de Riachuelo, localizada a 100 km do local e operada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o maior tremor ocorreu na noite de 31 de outubro e atingiu 3.5 graus de magnitude. Apesar de ser um abalo relativamente fraco, a construção precária das casas é preocupante, já que evento um pouco mais intenso pode ter consequências devastadoras na região.
Falha Geológica
A causa exata dos tremores é desconhecida, mas a proximidade com a falha geológica de Samambaia, a poucos quilômetros ao leste de Pedra Preta é a causa mais provável.

Samambaia é a maior falha geológica do Brasil. Tem 38 km de comprimento por cerca de 4 km de largura e atravessa os municípios de Parazinho, João Câmara, Poço Branco e Bento Fernandes. Sua profundidade varia entre 1 e 9 km. Próximo a ela se encontra a falha geológica de Poço Branco, que apesar de ser bem menor também contribui por alguns tremores naquela região.

As atividades sísmicas ao redor da falha de Samambaia são constantes e em alguns casos podem causar tremores de magnitude elevada. Em 30 de novembro de 1986, por exemplo, mais de 3 mil casas e imóveis foram destruídos após a cidade ser atingida por um terremoto de 5.1 magnitudes.
Geologia
O Nordeste brasileiro é formado por diversos fragmentos de rochas muito antigas, com maior probabilidade de produzirem atividade sísmica local. Além disso, as camadas de solo são bastante rasas, com camadas finas de terra variando entre 4 e 25 metros acima da rocha. Em algumas localidades, a camada é tão fina que a rocha chega a ficar exposta.

Diferente dos abalos de origem tectônicos, que ocorrem nas bordas das placas continentais, os abalos relacionados às falhas geológicas acontecem quando grandes camadas abaixo do solo se tornam instáveis e desmoronam. Isso pode acontecer por inúmeros motivos, entre eles a acomodação natural, movimentos súbitos na crosta ou infiltração de líquidos, embora não sejam incomuns os tremores provocados por grandes barragens localizadas próximas ao epicentro.

O último grande terremoto registrado no Brasil ocorreu próximo à costa de São Paulo, em 22 de abril de 2008. Na ocasião, um sismo de 5.2 graus foi sentido com bastante intensidade nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.

Fontes: https://universalenterterimento.wordpress.com/2016/06/04/as-maiores-falhas-do-muhttp://www.megacurioso.com.br/geologia/46957-cientistas-vao-perfurar-falha-geologica-superviolenta-na-nova-zelandia.htmndo/


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