"Somos Físicos". Assuntos diversos relacionados a Ciência, Cultura e lazer.Todos os assuntos resultam de pesquisas coletadas na própria internet.

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terça-feira, 21 de março de 2017

"Somos Físicos" Nova York - Entre o Glamour e a Realidade



Times Square, os outdoors, as luzes e o movimento infinito de pedestres.

Times Square, os outdoors, as luzes e o movimento infinito de pedestres.
Não há cidade mais presente no imaginário popular do que Nova York. NYC, Big Apple, Selva de Contreto, seja qual foi o nome que é chamada ela inspira artistas e turistas a realizarem seus sonhos. Um lugar onde tudo é possível. 
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Broadway Theaters at Times Square - Manhatten
Não é a toa que foi e ainda é o porto de entrada de milhares de pessoas em busca do sonho americano.
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Retratada em filmes, canções, séries e cartões postais, conhecer a cidade significava justamente isto para mim: viver um sonho. Para quem é apaixonado por cinema e acompanha programas de TV desde pequeno, Nova York estava sempre presente na minha vida. Cada região da cidade já serviu de locação para alguma produção, seja em clássicos como King Kong ou O Poderoso Chefão aos mais recentes filmes de super-heróis como o Homem-Aranha e os Vingadores.
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 Porém, apesar de servir de cenário para tantas histórias, de estar representada em tantas imagens, Nova York ainda me parecia fragmentada e desconectada em blocos e regiões que não necessariamente se encaixavam na minha cabeça.
 
 Vista sul de Nova York de cima do Empire State Building.
Nova Iorque é uma das cidades do mundo com a história mais curta mas mais intensa que poderemos encontrar, o seu descobrimento teve lugar em 1524, quando o explorador italiano Giovanni da Verranazo chegou a esta regiao, povoada por indígenas. Desde entao até à Nova Iorque que conhecemos hoje em dia, sao muitas as coisas que se passaram, os episódios vividos, e as evoluçoes desta cidade.




Estátua da Liberdade, Nova York, EUAResultado de imagem para estatua da liberdade
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A história de Nova Iorque começou a ser escrita no ano de 1524. Nesse ano, quando Giovanni da Verrazzano pisou, pela primeira vez, esta regiao, nao poderia imaginar o que seria 500 anos depois. Anos mais tarde, franceses, ingleses e holandeses começaram-se a instalar aqui, com a sua sombre de disputas, sobretudo entre estes dois últimos países.
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Ainda antes da independência, já em 1754, Nova Iorque começa a alcançar quotas impressionantes de desenvolvimento, com a construçao do porto de Nova Iorque.

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 Times Square at 47th Street, New York, New York, 1914. (Photo by William J. Roege/The New York Historical Society/Getty Images)
Eram tempos de guerra, a guerra da independência, sendo que atè que esta terminou, anos mais tarde, constituiu-se como a capital do país, dos Estados Unidos

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 Central Park, Nova York, 1927
A verdadeira mudança desta cidade chegou pouco mais tarde, no século XIX, um século no qual a imigraçao cresceu imenso, pelas possibilidades da cidade, das suas terras, o que propiciou a chegada de pessoas de todos os sítios, mas sobretudo ingleses italianos franceses e irlandeses, sendo que a meados do Século XIX, Nova Iorque era já a cidade mais povoada dos Estados Unidos, e já começava a perfilar-se como o que já é hoje em dia.
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A Criaçao do Central Park, como parque de passeios e recreio, a aboliçao da escravatura, e os sucessos e momentos importantes sucediam-se na cidade.
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Já em 1898, em pleno século XIX, tem lugar a unificaçao de Manhattan com Brooklyn, assim como a abertura do metro, anos mais tarde. A cidade era já um centro importante a nível industrial e comercial.


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No princípio do século XX, durante o primeiro quarto de século, Nova Iorque volta a ter nova fornada de imigração, desta feita de afro-americanos chegados do Sul, renasce Harlem e produz-se um desenvolvimento econômico que propicia a construção de arranha-céus, de desenvolvimento econômico, e tudo isto tem como resultado que Nova Iorque se converta na cidade mais povoada do mundo.


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 Os estados da região criticavam os sulistas por causa do trabalho forçado, mas em 1770 havia mais negros cativos em Nova York do que na Geórgia

Já na segunda metade do Século XX, Nova Iorque demonstra o seu desenvolvimento, com emblemas como o edifício da ONU, que se constrói na cidade, fazendo ressurgir assim uma indústria que abrandava e fazendo crescer novos setores industriais, como a internet, que crescem bastante no final do século XX, sendo que Nova Iorque entra no século XXI como a cidade mais importante do mundo.
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World trade center new york city from hudson august 26 2000
 
No século XX uma data marca o início do século para esta cidade, uma data triste pela barbárie dos atentados terroristas do 11 de Setembro contra o World Trade Center, mais de 3 mil mortos e uma cidade ferida de morte no seu orgulho.
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O ruir das Torres Gêmeas supoe uma martelada para a sociedade nova-iorquina, do qual ainda recuperamos.
O Central Park certamente é o lugar mais fácil de se perder em Nova York por conta do seu tamanho impressionante. São tantas trilhas, pontes, fontes, lagos e caminhos, que o parque parece até um labirinto. O melhor é utilizar os grandes arranha-céus da cidade ao redor como referência para localização. Diversas partes do parque já foram levadas às telas, em múltiplos formatos e ocasiões.
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A geração Friends terá sempre o parque em um lugar especial no coração (ainda que a série tenha sido gravada em um estúdio em Los Angeles). As fontes e lagos foram representados em longas como Manhattan, de Woody Allen, e é possível fazer passeios de canoa como os personagens do filme. Todo o chamado Upper West Side, a oeste do parque, é especial para os fãs de cinema.
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 Central Park cenário de Outono em Nova Iork
O clássico Caça-Fantasmas mostrava bastante a região, com o Marshmallow Gigante subindo Manhattan e passando por um dos principais cruzamentos da cidade, o Columbus Circle, na extremidade Sul do Central Park. Já o clímax do filme se passava em um edifício que dá de frente ao parque, em uma das melhores vistas sobre esse oásis verde.
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 A comunidade brasileira é grande por aqui, se concentra no Queens e em Newark. Todo ano acontece o Brazilian Day, que é a festa para comemorar a independência do Brasil, vem brasileiros de todos os arredores, como Connecticut, e de outras cidades menores.

 Comunidade brasileira que reside nos EUA assiste ao evento em Nova York.
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Depois da criação de um grupo no Facebook, a comunidade brasileira conseguiu se encontrar mais, se conhecer e fazer novas amizades, diria que foi um marco super importante para a comunidade. Tem os jornais locais como o Brazilian Press, que trazem as notícias da comunidade e do Brasil, e escolinhas de português para crianças lideradas por brasileiras que moram na cidade.
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A cidade de Nova York continua dando exemplos de como é possível implantar uma cultura que privilegia a bicicleta como meio de transporte.
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O sistema de transporte público do metrô em Nova York é a melhor opção para andar na cidade. A passagem custa apenas $2.25 por um passe único ou, então, os turistas podem comprar o New York Metro Card - um cartão eletrônico bastante eficiente para se locomover com agilidade em Nova York. São cinco tipos de cartões com valores e validades diferentes. O Metro Card é usado tanto no metrô quanto nos ônibus. Os turistas podem comprar ele nas estações do metrô. É possível comprá-lo com dinheiro e cartão de crédito. As rotas do metrô de New York são identificadas por cores e as estações, geralmente, têm o nome da rua na qual está localizada. As estações, também, são identificadas conforme seu horário - estações com lustres verdes funcionam 24 horas e luzes vermelhas são para estações com horário limitado)

Ônibus Escolares 

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A desigualdade racha Nova York em duas.

 Bairro periférico de Nova York - EUAImagem relacionada

 

Apesar da recuperação econômica, o abismo social cresce na cidade. A população de sem-tetos cresceu 86% em 10 anos e chega a seu recorde, apesar de mais empregos.

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 O metrô de Nova York, essa gigantesca e envelhecida rede de trens que turistas e artistas transformaram em um fetiche, é o único lugar da cidade onde as fronteiras sociais se diluem. O subsolo tem algo de igualitário. Oito milhões de pessoas com pouca coisa em comum se misturam ali a cada dia e dividem o espaço com as mesmas ratazanas que acampam pelas estações. Ao sair para a superfície, cada um vai para o seu compartimento social: a seus bairros díspares, para servir bagels, vender ações ou tirar fotografias. Tudo a um ritmo frenético.

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Jovem recolhe latas em Nova York, em foto de arquivo (Foto: AFP

 https://new-york.costasur.com/pt/historia.htmlhttp://luciana.misura.org/2013/10/04/como-e-morar-em-nova-york/http://www.entrerumos.com/nova-york-da-tela-grande-a-realidade/https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10155106421709574&set=g.308564491802&type=1&theaterhttp://www.dicasnewyork.com.br/2015/01/como-andar-em-nova-york-transporte-publico.html#

segunda-feira, 20 de março de 2017

"Somos Físicos" Los Angeles - Entre o Glamour e a Realidade

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Fundada em 1781 Los Angeles, “a cidade dos anjos”, conhecida simplesmente como “L.A.”, foi, em suas origens, uma pacata missão espanhola. Em 1781, missionários religiosos escolheram 44 colonos para estabelecer uma nova cidade a 15 quilômetros da Missão de San Gabriel. Seu nome era El Pueblo de Nuestra Señora la Reina de los Angeles del Río Porciúncula. Depois, ficou só Los Angeles mesmo. Com o tempo, a cidade foi se transformando numa municipalidade agrícola de laranjais e hortas e depois na capital simbólica da Califórnia, além de ser a segunda cidade mais populosa dos Estados Unidos, com 3,5 milhões de habitantes. L.A. tem uma identidade que transcende suas fronteiras, mesmo as do Condado de Los Angeles e de grande parte da Califórnia Meridional.
A Casa do Michael USA / California / Westwood / Los Angeles / North Carolwood Drive, 100 
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A Casa de  Johnny Depp - Los Angeles CA USA

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 A casa de Jennifer Aniston
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A casa de Will Smith e a Jada
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Descrita como uma massa de “subúrbios à procura de uma cidade”, é a grande metrópole de magnatas do cinema, das auto-estradas lotadas, dos pop stars, das celebridades mundiais, dos guetos pobres, das indústrias aeroespaciais, dos imigrantes latinos, dos surfistas e de muitas estrelas do cinema.
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Los Angeles está localizada entre as Montanhas San Gabriel, a leste, e o Oceano Pacífico, a oeste. 
O condado de Los Angeles incorpora mais de oitenta cidades – incluindo Pasadena, com o ginásio Rose Bowl, Anaheim, com a Disneylândia, e Long Beach, além de Beverly Hills – e possui um traçado urbano em forma de tabuleiro de xadrez, cortado por vias expressas que favorecem sua conhecida vocação para o uso do automóvel.
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Walk of fame and entrance of El Capitan Theater. Hollywood, Los Angeles, California, USA
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Hollywood, subúrbio mais famoso de L.A – e o único que realmente faz parte da cidade – é o berço da indústria cinematográfica norte-americana, apesar de os cineastas atuais produzirem seus filmes em outros locais, como Burbank, por exemplo.

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Além do cinema, L.A. deu asas também a outras fantasias. Na década de 1930, por exemplo, a cidade foi a meca para os refugiados da Grande Depressão americana. Seus filhos nos ensinaram a surfar, a disputar corridas de automóveis e tornaram-se ícones do rock, como Frank Zappa ou The Doors. Já entre os netos desses refugiados que chegaram a L.A. nos anos 30 estão jovens do Vale de San Fernando, dos cabelos dourados pelo sol, da apologia ao consumo de drogas e das provocantes roupas de couro, além dos famosos skatistas de Venice e Santa Monica.
Hoje, L.A. é também o maior centro manufatureiro da Califórnia. A refinação de petróleo, as indústrias eletrônicas e aeroespaciais, todas instalaram-se nos antigos laranjais, antes responsáveis pela economia da cidade.

 J. Paul Getty

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L.A. também abriga excelentes museus. Um deles é o J. Paul Getty. Aberto em 1997, abriga uma vasta coleção de antiguidades e obras de arte, como pinturas impressionistas, peças de decoração francesas e fotografia. Por ser um dos mais modernos museus do mundo, permite que várias exposições sejam apresentadas simultaneamente. Outros pontos de interesse são o Museu de Ciência do Estado da Califórnia, o Museu de História Natural (o quarto maior dos Estados Unidos) e o Museu Norton Simon, com um acervo que abrange um período de mais de 2 mil anos de história.

Prós de Morar em Los Angeles

Escolas Públicas: Na verdade pode depender do bairro, por isso é importante saber escolher onde morar em Los Angeles. Mas, em geral, as escolas até o ensino médio são muito boas em grande parte da cidade.
Clima: Esta é uma das grandes vantagens de morar em Los Angeles, é verão o ano todo! O máximo que pode acontecer, em janeiro, são uns dias um pouco mais friozinhos, mas a média durante o dia fica no intervalo de 15° a 23°C, a noite só que pode chegar a uns 7° C, mas, convenhamos: bem suportável!
Empregos: A cidade mais criativa do mundo, além da vocação turística, oferece diversas vagas de emprego, principalmente em entretenimento, shows, espetáculos, hotelaria, restaurantes etc. Assim, existem oportunidades tanto para pessoas mais qualificadas como para quem procura algo mais operacional.
Noite e restaurantes: Tudo de primeira…
Próxima de muito lazer: É rapidinho pegar um carro e partir para esquiar, mergulhar, fazer trilha, pegar uma bike…
Praias Fantásticas: Venice Beach, Hollywood, Beverly Hills, Santa Monica, Malibu. Todas maravilhosas e cheias de gente bacana.
Então, já escolheu onde morar em Los Angeles? Temos dicas no final da postagem!

Contras de morar em Los Angeles

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 Sem-teto formam fila para receber comida no bairro de Skid Row

Transporte público: Desista dele e compre um carro! Sim, Los Angeles até tem um sistema de transporte, mas ineficiente para uma cidade grande e ampla. Mais um bom motivo para saber escolher onde morar em Los Angeles.
Trânsito: Caótico para alguns, nem tanto para outros. Depende de seus hábitos de locomoção e principalmente dos horários em que pega o carro. Mas, com certeza, o trânsito de Los Angeles não é uma vantagem desta cidade…
Poluição: É claro que numa cidade onde o transporte público é ruim e acontecem muitos congestionamentos, a poluição vai acabar sendo intensa. Ainda mais com um clima extremamente seco… A qualidade do ar não é um fator a levar em conta positivamente se você quer morar em LA, pelo contrário.
Violência: Para os padrões americanos, está acima da média. Além disso, alguns bairros periféricos são realmente locais a se evitar, mesmo para veteranos moradores de Los Angeles.
Feia? Colocamos este item como pergunta porque muitos podem discordar, mas o renomado site Ucity Guides classificou LA como uma das 10 cidades mais feias do mundo, confira o link: Uglieste Cities in the World.
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Onde morar em Los Angeles?

Depois destas dicas, é bom caprichar na escolha, dê uma olhada nesta lista com as características dos principais bairros da cidade e decida onde quer morar em Los Angeles:
Beachwood Canyon: Um pouco caro, mas fica bem próximo da badalação de Hollywood e da agitada noite da região.
Beverly Hills e Malibu: Caro de verdade! Aqui é lugar de gente rica e abonada, astros! Ainda não é o seu caso? Então continue pesquisando…
Brentwood: A morada ideal para a família pacata que quer tranquilidade e bem-estar.
Burbank e Studio City: Preços convidativos e boa segurança, mas estes subúrbios podem ser um pouco distantes, dependendo de onde você trabalha ou estuda.
Centro: Aqui você vai morar em apartamentos novos ou reformados. E como toda região central, fica perto dos melhores pontos de entretenimento e comércio.
Hollywood: Muito o que fazer a noite, bares e baladas a vontade! Quer curtir a cidade ao máximo? Achou onde morar em Los Angeles…
Marina del Rey: Você tem um barco? Pode ser uma boa opção para ambos… Os preços variam muito nesta região, pesquise o máximo que puder!
Santa Monica e Venice Beach: Áreas seguras e muito próximas da curtição das praias. Você encontará tanto moradores tradicionais como gente descolda e intelectuais. Divertido!
The Valley: Lugarzinho bacana para arrumar um aluguel barato e dividir com um amigo.

Um pouco de Realidade

VaiProsEUA: Com 25 mil sem-tetos, Los Angeles vive situação de emergência.



 EUA_Pobres09_Los_AngelesCriança que vive em Skid Row recebe almoço de organização de ajuda humanitária. Foto de Frederic J. Brown.
Fernanda Ezabella, via Folha online em 6/11/2015
A vida seguia como sempre em Skid Row, a maior concentração de pessoas sem moradia dos EUA, em Los Angeles, mais de um mês após o prefeito propor estado de emergência e US$100 milhões para ajudar os sem-teto da cidade.
Na hora do almoço, num calor de 35°C, longas filas surgiam nas portas das organizações que oferecem comida gratuita na região, a apenas 10 km de Hollywood.
O “bairro” de Skid Row é formado por cerca de 50 quarteirões do centro, onde 5 mil pessoas dormem em tendas montadas nas calçadas ou abrigos.
“Há 101 anos tentamos resolver o problema dos sem-teto. Estamos curiosos para saber o que [o prefeito Eric] Garcetti fará”, disse Georgia Berkovich, diretora de políticas públicas da Midnight Mission, a maior e uma das mais antigas instituições do local.
Garcetti disse que faria do assunto prioridade de seu governo, mas desde que tomou posse, em 2013, a população de rua cresceu 12%.
Los Angeles só perde para Nova York o posto de cidade com mais sem-teto dos EUA, um total de 25 mil numa população de 3,8 milhões (NY tem 58 mil e 8,5 milhões de residentes).
“Todo dia a gente vem trabalhar aqui e presencia os sem-teto no gramado lá fora. É um símbolo da intensa crise que vivemos”, disse Garcetti na sede da prefeitura, a poucas quadras de Skid Row e numa área que passa por grande gentrificação, com restaurantes e lojas chiques.
Sem ajuda do governo
A Midnight Mission perdura há mais de um século e funciona sem ajuda governamental. Seu orçamento anual de US$6 milhões vem de doações que ajudam a manter o prédio de três andares, que toma quase um quarteirão.

Centenas dormem diariamente em seus espaços, incluindo um pátio ao ar livre e dormitórios, além de usar seus serviços, que vão de barbeiro e aulas de informática a centro médico e programas de reabilitação de drogas.
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Sem-teto dormem na calçada no bairro de Skid Row, em Los Angeles. Foto de Lucy Nicholson.
Cada uma de suas três refeições diárias recebe entre 500 e 1 mil pessoas. Boa parte da comida vem de um programa de aproveitamento de alimentos que seriam descartados por alguns dos restaurantes mais finos de Beverly Hills.
Desde 2012, a instituição tem oferecido mais de 1 milhão de refeições por ano.
“Não temos números assim desde a Grande Depressão. E, cada vez mais, o número de famílias sem teto aumenta. São 30% da nossa comunidade agora”, afirma Berkovich, que trabalhou como voluntária na organização por 17 anos e foi contratada em 2010.
Skid Row [o nome vem de termos usados por lenhadores na construção das ferrovias] se formou no final do século 19, no fim das linhas férreas que traziam gente do país todo em busca de emprego.
Assim surgiram pequenos hotéis, bares e prostíbulos, além de missões religiosas para cuidar dos que acabavam nas ruas, muitas vezes bêbados e sem ter onde dormir.
A Midnight Mission começou com um pastor e, nos anos 1930, perdeu a conotação religiosa.
Num mural de fotografias da sede, imagens mostram a clientela nas primeiras décadas do século 20: homens brancos de terno. Hoje, metade dos sem-teto de Los Angeles são negros.
Berkovich, que chegou a perder tudo por causa do alcoolismo e está sóbria desde 1993, é também responsável por programas sociais que levam músicos e comediantes ao local quatro vezes ao mês.
“Dar momentos de alegria, paz e felicidade pode ser o começo para uma pessoa sentir esperança. E, com esperança, talvez ela se sinta mais aberta a nos pedir ajuda”, diz.

 http://blog.descubraomundo.com/eua/morar-em-los-angeles/http://www.ahistoria.com.br/los-angeles/https://limpinhoecheiroso.com/2015/11/10/vaiproseua-com-25-mil-sem-tetos-los-angeles-vive-situacao-de-emergencia/