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domingo, 27 de novembro de 2016

"Somos Físicos" A Era Disco


Não se sabe exatamente como e quando o movimento disco começou. Alguns dizem que ele surgiu no início dos anos 70, nas discotecas de Chicago, Nova York e Filadélfia, onde haviam festas totalmente dançantes, freqüentadas por um público alternativo. 
Outros afirmam que a disco music só começou mesmo depois da abertura da Studio 54 - em Nova York - e do lançamento do filme "Embalos de Sábado à Noite" em 1977, que foi a época em que a mania se espalhou pelas rádios, gravadoras, discotecas e estava gerando bilhões por ano. No entanto, a Disco não foi um gênero musical pré fabricado, criado em um curto período de tempo em que se possa estabelecer um ponto original determinado. Isso porque quando se fala da Disco Music, define-se um estilo musical que surgiu a partir da transformação de elementos de diversos gêneros musicais como do Soul, Jazz e Funk. Assim, para contar a história da música Disco é preciso viajar um pouco em cada um desses estilos até que se tenha formada a chamada Disco Music.
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O que é Disco afinal?
Antes de entrarmos na história da Disco Music seria interessante definirmos e dizer sobre o que é que estamos falando, o que é essa tal de Disco tão mencionada até agora. Quando falamos Disco, inúmeros significados surgem nas nossas cabeças como por exemplo música, dança, moda, ritmo, movimento, alegria, emoção. No âmbito musical, Disco é um imenso complexo de arranjos orquestrados formado por cornetas e cordas, bonitas melodias e batidas que são o autêntico som e sentimento das pulsações do coração humano capazes de produzir efeitos psicológicos e fisiológicos na mente e no corpo de qualquer pessoa.
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Para se chegar a esse som chamado Disco passou-se por um longo processo de criação que começou no início dos anos 60, quando a música negra (blackmusic) passava por grandes modificações. A música disco ao contrário de muitos outros estilos musicais da história não nasceu de uma acidental produção de novos músicos ou cantores performistas de rua, mas foi uma forma artística que nasceu de um profundo entendimento da psicologia musical e do poder dos arranjos musicais elaborados por produtores, arranjadores e maestros de orquestras sinfônica que tomando como base a música negra que estava ganhando reconhecimento nos Estados Unidos conseguiram definir o início da Era Disco em 1974 em termos de música popular. 
As batidas ritmadas como a do coração, a percussão abundante, as vozes e arranjos vocais requintados, arranjos rítmicos de alto trumpete e de corda são propriedades da música Disco que revelam o quanto a música era calculada em detalhes desde da composição, arranjo, produção e mixagem até nos efeitos artísticos, filosóficos e psicológicos de cada obra. 
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Influências:

A maioria dos sons que compõem a música dance surgiram da fusão do Soul dos anos 60 com o Jazz Latino. Música composta por negros que inicialmente não obtinham sucesso devido ao preconceito da sociedade e por isso se mantinham apenas nos guetos escondidos. No entanto, no início dos anos 60, os negros ganharam mais espaço e tiveram mais liberdade para criar e experimentar novos sons que mais tarde seriam usados pela disco music. Durante a metade dos anos 60 e início dos anos 70, época em que as maiores gravadoras de música negra como a Motown Group, Atlantic and Atco e Stax dominavam o cenário da música soul dance, produtores, arranjadores e maestros começaram a criar sons, que se diferenciavam pelo aumento do tempo do compasso e do uso de cordas, adicionando energia e excitação a qualquer música criada ali.

Outras gravadoras seguiram o exemplo e também começaram a experimentar novos arranjos com instrumentos de sopro, flautas, trumpetes, cornetas ,levando a música "dance" para uma maior audiência. Assim chegou o Funk, que caracterizava-se por uma batida que tinha um tempo próprio, elementos percussivos mais sofisticados e o sax, elementos que mais tarde seriam incorporados pela música Disco.

Até aqui só temos a influência da música negra - o soul e o funk, que eram de difícil aceitação pela audiência branca. Nesse sentido, para expansão da música foi necessário um novo som que permitisse aos brancos descobrir o soul. Assim, surgiu o jazz que utilizando uma percussão mais latina envolveu o soul com um sentimento mais pop e propagou a música negra no mundo. Passamos agora para os anos 70, os elementos da disco estão se juntando. Após o desenvolvimento do Soul, surgimento do Funk e o toque do Jazz, a disco music começou a se formar.

Como podemos ver é um erro de concepção comum que se faz quando dizem que a Disco Music surgiu nas boates gays da America no início dos anos 70. A música Disco, apesar de ter tido grande influência do sons desenvolvidos nas boates GLS, foi muito maior e mais complexa do que isso, mesmo porque pelo que pudemos observar, a música Disco já era popular e circulava por vários lugares muito antes. Também se falava que os filmes "Saturday Night Fever" e "Thank God It’s Friday" foram importantes pontos de virada para a chegada do movimento Disco. Para aqueles que acreditam que a Disco foi apenas a pop dance music dos Bee Gees, isso seria verdade, porém a história tratada aqui se refere ao que chamamos no geral de Disco Music. 
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Chegada da Disco:

A Disco music começava a se expandir; a primeira gravadora responsável pelo movimento foi a Salsoul Records, na Filadélfia, que misturava a música latina, salsa, soul e arranjos orquestrais. Foi a Salsoul que produziu talvez o primeiro hit considerado Disco no mundo, chamava-se "The Hustle" - que chegou até as boates e fez o maior sucesso. Outras gravadoras foram de grande importância para que a música Disco ganhasse o mundo, como Gold Mind e principalmente West End Records que pertencia a Mel Cheren, denominado o padrinho da Disco por suas idéias inovadoras que possibilitaram a criação de sons de qualidade gravados e promovidos em diversos clubes noturnos da época.
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A partir de então, surgiram diversos hits que não saiam das rádios e embalavam a todos nas diversas boates do mundo, movimentando um grande número de jovens que queriam sair para dançar e agitar a noite inteira. A disco ganhava espaço no cinema, assim como também na televisão. Surgiam diversos talentos Kc & The Sunshine, Village People, Sister Sledge, Chic, Earth, Wind and Fire, Gloria Gaynor, Donna Summer e diversos outros que emplacaram grandes sucessos que são tocados até hoje. Famosas discotecas como a Studio 54 e Paradise Garage, em Nova York, despontavam empolgando multidões em uma pista iluminada por globos e luzes coloridas que ao som da Disco Music não paravam de dançar. 
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A Disco chegou a gerar US$8 bilhões por ano para indústria musical. Em 1978 as estações de rádio Disco alcançaram os maiores índices de audiência do mercado americano. No entanto, no final de 1979, a música Disco sofreu uma grande queda. O movimento que havia crescido de forma tão rápida e tão grandiosa perdia seu espaço nas boates que começavam a fechar, na mídia e no mercado. Apesar disso, a música disco foi capaz de modificar-se ao longo desses anos, incorporar novas tecnologias e continuar sendo tocada seja através dos novos estilos musicais que surgiam sob sua influência como o Techno, House, Rap, Acid ou a partir de regravações de músicas da época em um novo estilo que continuam fazendo muito sucesso.
Comportamento:

Os anos da Disco foram chamados de Era do Brilho, época em que as mulheres auto afirmaram-se frente à sociedade machista e utilizaram-se de figurinos sexy e luxuosos para demonstrar também a sua importância e seu esplendor para todos que as discriminavam.
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A música com os arranjos feitos por instrumentos de cordas e sopro deram um suporte para uma empostação de voz feminina de forma que elas começaram a ganhar liberdade para interpretar as músicas ao seu modo. A beleza que a música Disco ganhava com a participação feminina favorecia a queda de antigos preconceitos da sociedade contra elas. Isso quando as letras para vocalistas femininas, antes caracterizadas pelas incertezas, melancolia de espírito, indecisão traziam na época mulheres inteligentes, controladoras do seu próprio destino e decididas. Música como "Queen of Disco", de Ruby Andrews; "Catch Me on the Rebound" de Loleatta Holloway’s e "I Will Survive" de Gloria Gaynor, são exemplos de músicas em que as chamadas divas da Disco interpretavam mulheres absolutamente independentes.
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Além das mulheres, outros grupos que antes foram discriminados começavam a ganhar mais liberdade.
 A Disco Music revolucionou a maneira das pessoas se socializarem levando-as ao fantástico mundo da discoteca onde pela primeira vez na história pessoas de todas idades, diferentes origens étnicas e orientações sexuais podiam olhar para frente e serem atendidos com dignidade. Existiam algumas discotecas mais sofisticadas que não eram espaços tão abertos assim, eram locais que escolhiam a dedo as pessoas que podiam entrar no estabelecimento. Como exemplo temos a Studio 54, que permitia a entrada somente das pessoas mais bonitas ou famosas.

Entretanto, mesmo nesses lugares encontrava-se todo tipo de pessoas que mesmo com suas diferenças se respeitavam e seguiam a ordem de todas as casa noturnas que era a Diversão. O comportamento da época era totalmente direcionado para o lazer, em que a dança era muitas vezes acompanhada por bebidas, drogas e sexo à vontade. Um exemplo claro sobre a forma de pensar e viver a vida da época está retratada no filme "Studio 54" que conta a história da discoteca mais famosa de Nova York, onde a liberdade era geral; as bebidas se misturavam com drogas que eram vendidas e consumidas no local e o sexo era explícito em espaços específicos da boate. "Boogie Nights" também é outro filme que retrata bem os ideais que os jovens tinham na época. Entre inúmeros outros filmes que tematizaram a época e que valem a pena ser assistidos por todos que curtem a Disco Music, estão: "Saturday Night Fever", "Grease" e "Thanks God It’s Friday". 
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Modas do Momento

As roupas foram uma grande marca da Disco Music, as cores espalhafatosas, os brilhos dos lamês e strass ( tecidos das roupas ) mostravam que a época era mesmo da noite.

Como em qualquer movimento cultural , o vestuário trazia um simbolismo, uma mensagem. Com a disco, durante a Era do Brilho, as roupas e maquiagens glamourosas expressavam a alegria, a energia do espírito e a busca pela diversão. O cetim e a seda utilizados evocavam o glamour dos anos 20 que complementados pela moda cor traziam esplendor e cintilância para quem as usasse. O jeito sexy de se vestir foi totalmente incorporado ao figurino feminino, os tops USA, vestidos frente única, calças boca de sino, coladas e transparentes foram um escândalo que abriram espaço para que as mulheres hoje tivessem mais liberdade para escolher o que vão vestir.

A moda disco foi inspiradora para motivar os jovens a vestir suas roupas e querer tornar-se reis e rainhas da pista de dança. Para isso, além de roupas luxuosas precisariam também saber dançar a Disco Music muito bem. A moda disco foi tão forte que até nas próprias discotecas haviam cabines de trocas para as pessoas pegarem suas "roupas de dança" e seguirem direto para agitar nas pistas. Foram inúmeras peças que surgiram na época, sapatos plataforma, meias lurex, lantejoulas, purpurina, shorts entre outras.
Integrantes no mundo
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A Disco Music veio à tona nos anos 70 com o sucesso, principalmente, de grupos como ABBA, Village People, Bee Gees: O ABBA, grupo sueco formado por dois casais ( Anni /Benny com Bjorn/Anna ), foi formado em 1973. No ano seguinte já emplacavam o hit "Waterloo" nas paradas ianques. Os dois albúns seguintes trouxeram sucessos como "Mamma mia" e "Dancing Queen". O grupo continuou bem até 1981, quando os casais separaram-se. "Thank you for the music" seria o seu albúm derradeiro, em 1983.
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Os reis do disco, os irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb, os Bee Gees: o grupo nasceu em meados dos anos 60. No começo, o único sucesso foi a balada "Words". Só em 75 chegariam ao estrelato com "Jive Talkin". Em 77, com a trilha sonora do filme "Embalos de Sábado à Noite", os Bee Gees ficaram conhecidos mundialmente, vendendo milhões de cópias. Ainda viriam sucessos como "You should be dancing", "Night Fever", "More than a woman", a emocionante "How Deep is Your Love" e "Staying Alive", imortalizada nos passos de John Travolta. Os anos 80 não foram tão bons para os Bee Gees. Em 96 tiveram ( mais uma de tantas vezes ) regravada "How Deep is your love", pelo Take That . Nesse embalo, num sábado à noite, ensaiaram uma volta à cena por volta de 97.
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Em 1977, surge o Village People. O conjunto, grande representante da cultura gay, era formado por 6 rapazes que caracterizavam-se de tipos como: policial, soldado, cowboy, motoqueiro... Logo de saída emplacaram "Macho man" e "Y.M.C.A". Em 79 lançaram o hit "In the Navy", e, no final deste ano "Ready for the 80’s" ( que no ano de 1980 não entrou nas paradas ). O Village People estrelou o filme "Can’t Stop The Music" e depois disso "sumiram" nos anos 80 depois um entra e sai de integrantes. Em 93 tiveram a música "Go West" regravada pelo Pet Shop Boys - um ano depois a versão original foi colocada na trilha sonora do filme "Priscilla, a rainha do deserto".
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Outros integrantes do movimento disco não podem deixar de ser citados: Donna Summer, Jackson Five, Gloria Gaynor, Blondie, Kool & the Gang, Vicki Sue Robinson, Sister Sledge, Earth, Wind and Fire, The Tramps, Diana Ross, Chic...
Integrantes no Brasil
Lady Zu em 77, com "A hora do leão", incendiou as pistas de dança. Mas seu grande sucesso viria um ano depois no albúm "A Noite vai Chegar" no hit de mesmo nome e com "Lady é meu nome".
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Junto com Lady Zu, em 77, surgiam As Frenéticas, grupo formado por 6 mulheres, cantando "Perigosa" de Rita Lee ( "eu sei que eu sou bonita e gostosa..."). Mas a fama chegaria mesmo com "Dancin’Days" , tema da novela de mesmo nome da Rede Globo. As Frenéticas se separariam em 83, voltando em 92 com a música "Perua", para outra novela da Globo.
A Disco Music dos anos 70 foi se transformando e teve algumas crias. O techno é a mais famosa destas vertentes. Sobre o significado do nome "techno" diz-se que foi usado em épocas diferentes para dar nome a diversos gêneros musicais. Os criadores desse nome com certeza são os integrantes do grupo KRAFTWERK, que no começo dos anos 70 criaram a "música sintética". Techno, identificava todas as música que eram feitas exclusivamente por computador, e assim sem fazer uso de instrumentos musicais tradicionais. Assim é certo dizer que techno são essas músicas que não só usam os computadores, mas sim aproveitam seu imenso espectro de sons artificiais.
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A disco music (ou dance music) resgatou o desejo pela dança através do "clássico" Os Embalos de Sábado à Noite, estrelado por ninguém menos que o (então) iniciante John Travolta. Quando o ator vestiu seu famoso terno branco e jogou o braço para o alto, a discothéque estava vivendo um período de iminente decadência, mas voltou a ser moda com todo o pique e reavivou o espírito de festa que faz parte do gênero dance music. Símbolo incontestável da disco music, o ator se tornou o deus das discotecas e das mulheres da época, além de exemplo para os homens, e o filme lançou um novo verbo conjugado internacionalmente: travoltear. 
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Travolta ganhou imitadores nos quatro cantos do mundo. Era a febre das discotecas (a famosa disco fever que deu nome a uma infinidade de canções) que assolava o mundo. Este fenômeno trouxe um novo balanço para a música pop, assim como gênios da música eletrônica, cujo maior expoente da época foi Giorgio Moroder (responsável pela descoberta da 'rainha das discotecas', Donna Summer). E a discoteca virou um dos símbolos supremos do período, o templo onde se cultivou o narcisimo mais delirante, onde o corpo ganhou suas maiores homenagens.

Ainda que não tenham especificamente determinado, foram as discotecas que estimularam a onda esportiva que assolou o planeta nos últimos três anos de década. As discotecas e, naturalmente, a permissividade sexual quase absoluta dos grandes centros. Todos, e não mais apenas as mulheres, se sentiram no direito e na obrigação de serem mais eróticos, mais satisfatórios visual e tatilmente. Daí a febre do jogging, expressão americana que começou a tomar o lugar do cooper a partir do final da década. Mais engajado que a disco music, o punk rock, derivado da cena de Nova York blank generation (que reúne artistas tão diversos como Patti Smith, Television, New York Dolls e vários outros) investia contra o sistema.

A Inglaterra enfrentava uma de suas maiores crises. A recessão corria solta e o punk pregava a anarquia através dos grupos Sex Pistols e The Clash, que dividiam o trono do movimento com os nova-iorquinos dos The Ramones. O rock voltava à sua forma primitiva, emergente das garagens e dos porões dos submundos inglês e americano. Como se fosse um hiato entre a dance e o punk rock, surgiu a new wave.

Contrária ao punk, a nova onda celebrava o brilho do início da década. Algumas vezes a new wave chegou até a flertar com a dance music através do Blondie, com Deborah Harry em seu hit 'disco' Heart Of Glass. A new wave foi perdendo seu ímpeto rapidamente; os famosos Sex Pistols se dissolveram, entre outros. Mesmo assim o punk sobreviveu até o final da década.

Na música pop, a importância das palavras foi substituída pelo ritmo. Importava o balanço e a quantidade de decibéis, coisa que propiciou a aparição de dezenas de grupos e estrelas de sucesso fulminante e rápido desaparecimento.
O efêmero e o descartável foram campeões em todas as paradas de sucesso. Modas e manias foram atiradas em ondas sucessivas a todos os cantos do planeta. Pela televisão, naturalmente. Porque outro rótulo perfeitamente aplicável a este período é o de "Década da TV". Foi através do vídeo que o mundo se tornou infinitamente menos secreto. Richard Nixon, o presidente americano deposto pelo caso Watergate, foi uma "personalidade" típica das telas de TV dos anos 70. Sua saída do governo foi festejada pela população dos EUA e o resto do mundo acompanhou todo o escândalo "de perto", através da tela da TV.

Do último passo de dança no Studio 54 às crianças cambojanas morrendo de fome, todas as emoções foram adaptadas ao mesmo nível da tela pequena. Outros esportes, sem falar da dança, viveram sua explosão. E entre todas as novidades, a mais surpreendente e emocionante foi a asa delta, de fulminante êxito.
A discoteca, o esporte: atalhos para a celebridade efêmera prevista pelo artista pop Andy Warhol ("No futuro, todos serão famosos durante 15 minutos", ele disse). E falando em fama, o automóvel ampliou as fronteiras do homem e transformou-se em sonho.

Nos anos 70, regido pelas exigências de mercado, pela legislação de vários países, chegou a pesar mais de duas toneladas. No fim da década, para enfrentar a carência de petróleo, voltou a diminuir de tamanho e de peso. Mas ainda hoje é possível ver um daqueles "banheirões" andando perdido pelas ruas.
 http://www.disconight.com.br/historiadisco.html

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