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terça-feira, 8 de março de 2016

Sem o Rosa Chock (Dia Internacional Dedicado aos Direitos das Mulheres)

 
 Cauã Reymond, Gabriel Braga Nunes, Thiago Fragoso, Rodrigo Simas e o judoca Flavio Canto






A violência contra a mulher é entendida como qualquer ato ou conduta, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto público como privado. Este tipo de violência já é reconhecido pela própria ONU – Organização das Nações Unidas – como um grave problema de saúde pública.

Em nossa sociedade muita gente ainda acha que o melhor jeito de resolver um conflito é a violência e que os homens são mais fortes e superiores às mulheres. Embora muitas vezes o álcool, drogas ilegais e ciúmes sejam apontados como fatores que desencadeiam a violência contra a mulher.

A Lei nº 11.340/2006 é conhecida por “Lei Maria da Penha”, regulamenta os casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. Recebeu este nome em homenagem a  ema mulher chamada Maria da Penha que tornou-se símbolo de um caso de violência doméstica contra a mulher.
A Lei trouxe significativa alteração no tratamento dado anteriormente pelo Poder Judiciário aos agressores de mulheres no âmbito familiar.  Na Lei consta a anulação da aplicação de penas como pagamento de multas ou cestas básicas. Também possibilita à vítima tenha medidas de proteção de urgência, que aceleram a solução do problema da mulher agredida e é realizado através da intervenção da autoridade policial. Estas medidas podem consistir até mesmo no afastamento imediato do agressor do lar. Antes da Lei Maria da Pena ser aprovada era as mulheres que costumavam sair refugiadas de casa.
 
 “Não disfarce, peça ajuda”,  da Anna – National Center for Violence Prevention (Centro Nacional de Prevenção à Violência).

O Brasil fica em quarto lugar na lista divulgada pela IWTC

Uma seleção realizada pelo International Women’s Travel Center (IWTC) definiu a lista de países considerados atualmente como os mais perigosos para mulheres que desejam viajar sozinhas (ou mesmo acompanhadas). A escolha foi feita sobre os países que são “prováveis destinos”e, por isso, não inclui lugares como Síria e Iraque. A entidade não recomenda que viagens não sejam realizadas nesses locais, mas deixa a turista atenta sobre os perigos existentes.

Veja abaixo a seleção:

1º ÍNDIA Casamento de crianças, tráfico de mulheres e violência doméstica colocam a Índia na primeira posição.
 
 No ano passado, uma campanha já tinha utilizado imagens de deusas "agredidas" para denunciar a violência contra as mulheres na Índia

Segundo a IWTC, o “estupro é um problema epidêmico tanto para turistas quanto para as mulheres locais e o sistema judiciário é um abismo e é difícil reportar um ataque, mais difícil ainda é obter a assistência necessária”. Existem diversos casos recentes como o de cinco homens (dois deles trabalhavam como guias turísticos) presos em Calcutá suspeitos de extorquir e estuprar uma turista japonesa de apenas 22 anos. Ela foi mantida em cativeiro até conseguir fugir cerca de um mês depois.



Após estupros no Cairo, feministas protestam com 'vaginas dentadas'

Segundo a IWTC, “depois da Primavera Árabe, houve um dramático crescimento nos números de assédio sexual contra turistas e locais”. Foi noticiado no jornal britânico The Telegraph que dois luxuosos resorts tiveram suas licenças suspensas temporariamente após denúncias de estupro nas suas dependências. 


3º MÉXICO
 
Mais de 100 mulheres são assassinadas ao ano.



 

México lança medidas para combater violência contra as mulheres

No estado do México – o mais populoso do país e onde se localiza a capital Cidade do México – 11 municípios foram colocados em “alerta de gênero” devido aos altos índices de violência contra mulheres e meninas.

Segundo a IWTC, “não há como negar que o tráfico de drogas e a violência de gangues foram os motivos para que o governo dos EUA emitisse um aviso de alerta para viagens ao país”. Em 2013, um caso de violência contra turistas foi registrado em Acapulco. A CNN noticiou que um grupo de homens armados invadiu o bar e estuprou seis espanholas.

4º BRASIL

 





Diante dos alarmantes dados de violência contra as mulheres no Brasil, o Banco Mundial lança nesta sexta-feira (1) a Campanha Homem de Verdade Não Bate em Mulher.
Atualmente uma em cada cinco mulheres brasileiras consideram já terem sofrido violência dentro de casa e em 80% dos casos, os agressores são namorados e maridos.
A campanha promovida pelo Banco Mundial será estrelada por dez personalidades masculinas, entre elas os atores Cauã Reymond, Gabriel Braga Nunes, Rodrigo Simas e Thiago Fragoso, além do judoca Flávio Canto.
As personalidades posaram para fotos segurando o cartaz com o tema da campanha ‘Homem de Verdade Não Bate em Mulher’.

Pois é, o Brasil está em quarto lugar! Segundo a IWTC, “os turistas são vistos como alvos específicos, especialmente durante a noite”. Além de todos os problemas de segurança que nós conhecemos, foi citado no relatório o caso da turista americana, de 21 anos, que foi estuprada dentro de uma van no Rio de Janeiro ao tentar ir de Copacabana para a Lapa.

5º HONDURAS



Segundo a IWTC, “um dos problemas é o tráfico de cocaína, mas há também intensa violência entre gangues, além de roubos à mão armada”. A cidade mais violenta do mundo está em Honduras: San Pedro Sula que conta com uma taxa de homicídios de 171,2 para cada 100.000 habitantes. 

6º QUÊNIA



Segundo a IWTC, são altíssimos os riscos de violência sexual entre mulheres e meninas, sejam elas de áreas urbanas ou de zonas rurais, “e o judiciário do país não é uma boa ajuda”. Ainda existem as ameaças terroristas. Em 2013, radicais invadiram um shopping na capital do país, Nairóbi, matando 72 pessoas.

7º COLÔMBIA



Segundo a IWTC, “a situação é tão ruim que até mesmo as ativistas que defendem os direitos das mulheres se tornaram alvos de ataques e estupros”.


8º PAPUA NOVA GUINÉ



Segundo a IWTC, o país é “tremendamente perigoso para mulheres e turistas” e de acordo com a organização Médicos Sem Fronteiras, 70% das mulheres do país são vítimas de estupro ou agressões pelo menos uma vez na vida. Em 2013, uma turista britânica foi estuprada quando fazia uma trilha com seu marido e um guia turístico, que foram imobilizados por um grupo de homens.

9º ARÁBIA SAUDITA



Além de várias dificuldades impostas pela cultura e religião, a IWTC lembra que é difícil até conseguir um visto para mulheres entrarem no país. E mesmo que consiga, é necessário que estejam acompanhadas de um parente do sexo masculino e vestindo a abaya, túnica preta, e o hijab, véu usado na cabeça.

10º VENEZUELA



Segundo a IWTC, os “sequestros são comuns, então é uma boa ideia avisar a sua embaixada e seus familiares sobre os locais que irá visitar”. Além disso, a instabilidade política provocada pela ditadura socialista de Maduro torna o país cada vez mais perigoso. 
Extras 
A Rússia também está no auge em relação aos casos de estupro. Foi relatado que, mesmo na 2 ª Guerra Mundial, o Exército Vermelho realizou estupros coletivos durante a guerra e que essa foi a principal causa de sua derrota. Desde então, uma série de casos de estupro são capturados e a taxa está aumentando a cada ano.
U.S.A
 1 Entre cada 4 mulheres é vítima de estupro na Suécia. Isso mostra que a situação no país está piorando até um ponto em que, nos próximos anos, a Suécia estará entre os 3 primeiros na lista dos 10 países com maior taxa de criminalidade. A situação é alarmante para que a lei imponha às agências que se tornem mais ativas.
Canadá
 Relata-se que, de cada 3 mulheres, 1 é a única que passou por tortura de estupro em sua vida. E a parte triste é esta: apenas 6% do total de casos de estupro são relatados. Isso mostra que as vítimas aqui também têm medo de ficar famosas devido a este ato. Se um país como o Canadá pode sofrer de casos de estupro, então podemos esperar pior dos países de terceiro mundo.
Reino Unido
Um grande número de pessoas desejam viver ou até mesmo visitar Reino Unido, uma vez que é um dos países mais desenvolvidos. Mas certamente não devem estar cientes de que este país também está envolvido no crime de estupro. Uma série de estupros em táxis ocorrem no Reino Unido. E o Estado continua a fazer as senhoras cientes de que nenhuma mulher solteira é segura em um táxi. O caso mais vulnerável é o de uma menina que foi estuprada 90 vezes em uma semana. Meus bens! Isso tudo está além da nossa imaginação. Rape Crisis (Inglaterra e País de Gales) é uma organização famosa trabalhando para a conscientização em relação a este crime. Recentemente, alguns dos comediantes de TV também trabalharam para levantar fundos para esta organização.
El Savador
 Arábia Saudita
Ucranianas fazem protesto ousado contra repressão e proibições para mulheres da Arábia Saudita. Foto: AFP
 
Angelina Jolie participa de campanha contra a violência contra a mulher


Barack Obama fala na Casa Branca sobre o acordo climático fechado neste sábado (12) em Paris (Foto: REUTERS/Yuri Gripas)
 O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta segunda-feira que "bater em uma mulher não é algo que um homem de verdade faça"
Várias Fontes

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