"Somos Físicos". Assuntos diversos relacionados a Ciência, Cultura e lazer.Todos os assuntos resultam de pesquisas coletadas na própria internet.

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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

"Somos Físicos" PrimeiraMente, Tive Uma Idéia.(Plágios)

Resultado de imagem para pessoas que querem roubar ideias das outras

  Misericórdia p/com os fracos.

'Inveja é o pior sentimento que um ser humano pode sentir ao longo da sua vida', afirma psicólogo.

Segundo o psicólogo especialista em Ansiedade e Síndrome do Pânico pela Universidade da Califórnia (Ucla) e autor do livro "Inveja, o Inimigo Oculto”, Alexandre Bez, a inveja é o pior sentimento que um ser humano pode sentir ao longo da vida e o invejoso quer ocupar o lugar do outro. " Esse sentimento emana de dentro da alma. O sucesso alheio incomoda muito".É o que no popular as pessoas dizem: 'A grama do vizinho é mais verde do que a minha'".

Alvo fixo
Para o invejoso e imitador, canalizar, no sentido de destruição, ele só consegue fazer uma vítima por vez. Ele não vai conseguir monitorar a grama de dois ou três vizinhos ao mesmo tempo.
Imitadores no local de trabalho. 
Lidando com a inveja dos colegas 
A inveja pode destruir um ambiente de trabalho, se não for tratada com cautela e responsabilidade.
 (Foto: forbes.com)
 Uma forma de evitar o contato com este sentimento ruim é abster-se de pessoas invejosas. Eles não admitem que são invejosas, normalmente. Mantenha-se afastado até que a pessoa melhore. Quem te inveja e te deseja o mal não é uma companhia saudável de trabalho. Mas para saber disso, você deve examinar o comportamento da pessoa. Veja suas ações, palavras, etc, para ter certeza de suas suposições e não ficar no achismo.
 Lidar com um colega de trabalho invejoso deve ser feito com extremo cuidado. Se ele/ela é extremamente invejoso, qualquer pequena reação a seus comentários ou ações pode piorar mais ainda a situação. Não tente ser igual a pessoa e evite fazer comentários negativos sobre ele ou ela, buscando ser o homem melhor na situação.
 Lembre-se sempre da diferença entre a inveja, admiração e ciúmes. Admiração é quando alguém gosta de algo sobre você e é inspirado por ela, mas eles não querem que você não tenha isso. No entanto, a inveja é quando eles gostam do que você tem e querem que você não o tenha. O ciúme é a experiência quando alguém possui algo e está com medo de perder. Então, certifique-se de que você rotule o sentimento negativo corretamente. Se um amigo está com inveja de você, lembre-se que é uma verdadeira forma de elogio, embora doloroso. Lembre-se que eles se sentem inferiores e isso é importante compreender o que eles estão sentindo nesse momento.
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Roubar idéias no local de trabalho.

A apropriação indébita da criação alheia já fez muita gente sem ética galgar postos na carreira, ganhando pontos com a soma de sua falta de escrúpulos e da imperícia da vítima. A sociedade censura, mas o que fazer quando não há provas? Quando é a palavra de um contra a de outro? Se nada foi documentado, impossível tratar o delito com os mecanismos que protegem a criação intelectual.
A mais rumorosa controvérsia instalada recentemente a respeito da propriedade de ideias envolve o Facebook. Tema de livro e do filme A Rede Social (The Social Network), do norte-americano David Fincher, a polêmica reside em saber se o fundador e CEO do site de relacionamento, Mark Zuckerberg, roubou ideias de seus ex-colegas na Universidade de Harvard. Eles dizem que sim; Zuckerberg nega. A querela não existiria, porém, se eles tivessem provas de que pensaram primeiro.

            É verdade que o insight inovador, ainda em estágio de ideia, não tem proteção na legislação patentária, que resguarda a propriedade intelectual de invenções, marcas, desenhos e segredos industriais, obras artísticas, softwares e outras criações. Mas nem por isso você deve abrir mão de escrever sua ideia e ter essa prova, datada, sempre a mão. Mesmo sem chancela do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), o efeito moral dessa precaução pode ser enorme diante de uma puxada de tapete do colega do lado.

            Roubar ideias é ato tão nocivo quanto mentir, rir dos outros, espalhar fofocas, dar apelidos depreciativos. Mas, sem querer tomar como normal a falta de ética, é bom lembrar que, se roubaram a sua ideia, foi porque você a entregou de bandeja, sem adotar certos cuidados. Afinal, a confiança que você deposita em alguém não é o bastante para impedir que ela proceda de má fé. Para atingir objetivos, as pessoas tendem a adotar comportamentos que podem funcionar. Há quem construa uma reputação profissional desferindo golpes baixos. É feio, antiético, mas às vezes funciona.

            Quando o ladrão da ideia é o chefe, pior ainda. Quem diria que ele seria capaz de apresentar como dele, aos superiores, a boa ideia ouvida de um subordinado? Se alguém nos trata com deslealdade, amargamos uma série de emoções negativas, pois é duro descobrir que uma pessoa em quem só víamos boa fé possa nos prejudicar – sobretudo, sendo o chefe. Não se espera que alguém minta, calunie, roube ideias, certo? Errado. Há quem minta, calunie e roube, sim. É por isso que, em se tratando de ideias, a prudência mandar registrar previamente tudo.

            Desapontamento, indignação, revolta são legítimos, mas não vão adiantar. Da próxima vez, além de botar a sua ideia no papel – ou, ao menos, num e-mail –, tome precauções estratégicas antes de contá-la. Você deve responder a uma questão fundamental: qual o meu objetivo na empresa? Pergunta dois: compartilhando minha ideia, me aproximo ou me afasto do objetivo? Se isso vai afastá-lo, cale até o pensamento, além da boca. Em caso de dúvida, melhor também não falar. Mas se compartilhar for positivo, prepare-se bem.

            Reflita, domine a ansiedade, tenha paciência para esperar o momento oportuno. Que tal, além de ter tudo por escrito, deixar para apresentar sua ideia numa reunião, diante de várias pessoas? Afinal, ninguém rouba ideias em público. Seja qual for sua estratégia, tenha sempre em mente que você é o grande responsável pela conquista de posições rumo àquilo que você almeja. O que você faz e como você faz têm influência decisiva sobre os resultados que levam você até seu objetivo.

            A regra da precaução também vale para os ambientes colaborativos, cada vez mais comuns. Embora nem sempre seja possível falar em minha ideia quando a busca de soluções envolve participação coletiva, há situações complexas, que incorporam processos e inovações tecnológicas de valor monetário significativo. Previna-se, sempre. 
Certifique-se antes se as regras do jogo em relação à autoria estão bem claras e documente sua contribuição, para evitar surpresas e não ter que dizer depois: “roubaram a minha ideia!”.
 http://consultingcg.com.br/blog/dica-da-semana/roubaram-a-minha-ideia/http://www.gazetaonline.com.br/_conteudo/2014/08/entretenimento/vida/1493839-sete-dicas-para-reconhecer-uma-pessoa-invejosa.htmlhttps://www.pontorh.com.br/como-lidar-pessoas-invejosas-trabalho/

domingo, 27 de novembro de 2016

"Somos Físicos" A Era Disco


Não se sabe exatamente como e quando o movimento disco começou. Alguns dizem que ele surgiu no início dos anos 70, nas discotecas de Chicago, Nova York e Filadélfia, onde haviam festas totalmente dançantes, freqüentadas por um público alternativo. 
Outros afirmam que a disco music só começou mesmo depois da abertura da Studio 54 - em Nova York - e do lançamento do filme "Embalos de Sábado à Noite" em 1977, que foi a época em que a mania se espalhou pelas rádios, gravadoras, discotecas e estava gerando bilhões por ano. No entanto, a Disco não foi um gênero musical pré fabricado, criado em um curto período de tempo em que se possa estabelecer um ponto original determinado. Isso porque quando se fala da Disco Music, define-se um estilo musical que surgiu a partir da transformação de elementos de diversos gêneros musicais como do Soul, Jazz e Funk. Assim, para contar a história da música Disco é preciso viajar um pouco em cada um desses estilos até que se tenha formada a chamada Disco Music.
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O que é Disco afinal?
Antes de entrarmos na história da Disco Music seria interessante definirmos e dizer sobre o que é que estamos falando, o que é essa tal de Disco tão mencionada até agora. Quando falamos Disco, inúmeros significados surgem nas nossas cabeças como por exemplo música, dança, moda, ritmo, movimento, alegria, emoção. No âmbito musical, Disco é um imenso complexo de arranjos orquestrados formado por cornetas e cordas, bonitas melodias e batidas que são o autêntico som e sentimento das pulsações do coração humano capazes de produzir efeitos psicológicos e fisiológicos na mente e no corpo de qualquer pessoa.
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Para se chegar a esse som chamado Disco passou-se por um longo processo de criação que começou no início dos anos 60, quando a música negra (blackmusic) passava por grandes modificações. A música disco ao contrário de muitos outros estilos musicais da história não nasceu de uma acidental produção de novos músicos ou cantores performistas de rua, mas foi uma forma artística que nasceu de um profundo entendimento da psicologia musical e do poder dos arranjos musicais elaborados por produtores, arranjadores e maestros de orquestras sinfônica que tomando como base a música negra que estava ganhando reconhecimento nos Estados Unidos conseguiram definir o início da Era Disco em 1974 em termos de música popular. 
As batidas ritmadas como a do coração, a percussão abundante, as vozes e arranjos vocais requintados, arranjos rítmicos de alto trumpete e de corda são propriedades da música Disco que revelam o quanto a música era calculada em detalhes desde da composição, arranjo, produção e mixagem até nos efeitos artísticos, filosóficos e psicológicos de cada obra. 
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Influências:

A maioria dos sons que compõem a música dance surgiram da fusão do Soul dos anos 60 com o Jazz Latino. Música composta por negros que inicialmente não obtinham sucesso devido ao preconceito da sociedade e por isso se mantinham apenas nos guetos escondidos. No entanto, no início dos anos 60, os negros ganharam mais espaço e tiveram mais liberdade para criar e experimentar novos sons que mais tarde seriam usados pela disco music. Durante a metade dos anos 60 e início dos anos 70, época em que as maiores gravadoras de música negra como a Motown Group, Atlantic and Atco e Stax dominavam o cenário da música soul dance, produtores, arranjadores e maestros começaram a criar sons, que se diferenciavam pelo aumento do tempo do compasso e do uso de cordas, adicionando energia e excitação a qualquer música criada ali.

Outras gravadoras seguiram o exemplo e também começaram a experimentar novos arranjos com instrumentos de sopro, flautas, trumpetes, cornetas ,levando a música "dance" para uma maior audiência. Assim chegou o Funk, que caracterizava-se por uma batida que tinha um tempo próprio, elementos percussivos mais sofisticados e o sax, elementos que mais tarde seriam incorporados pela música Disco.

Até aqui só temos a influência da música negra - o soul e o funk, que eram de difícil aceitação pela audiência branca. Nesse sentido, para expansão da música foi necessário um novo som que permitisse aos brancos descobrir o soul. Assim, surgiu o jazz que utilizando uma percussão mais latina envolveu o soul com um sentimento mais pop e propagou a música negra no mundo. Passamos agora para os anos 70, os elementos da disco estão se juntando. Após o desenvolvimento do Soul, surgimento do Funk e o toque do Jazz, a disco music começou a se formar.

Como podemos ver é um erro de concepção comum que se faz quando dizem que a Disco Music surgiu nas boates gays da America no início dos anos 70. A música Disco, apesar de ter tido grande influência do sons desenvolvidos nas boates GLS, foi muito maior e mais complexa do que isso, mesmo porque pelo que pudemos observar, a música Disco já era popular e circulava por vários lugares muito antes. Também se falava que os filmes "Saturday Night Fever" e "Thank God It’s Friday" foram importantes pontos de virada para a chegada do movimento Disco. Para aqueles que acreditam que a Disco foi apenas a pop dance music dos Bee Gees, isso seria verdade, porém a história tratada aqui se refere ao que chamamos no geral de Disco Music. 
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Chegada da Disco:

A Disco music começava a se expandir; a primeira gravadora responsável pelo movimento foi a Salsoul Records, na Filadélfia, que misturava a música latina, salsa, soul e arranjos orquestrais. Foi a Salsoul que produziu talvez o primeiro hit considerado Disco no mundo, chamava-se "The Hustle" - que chegou até as boates e fez o maior sucesso. Outras gravadoras foram de grande importância para que a música Disco ganhasse o mundo, como Gold Mind e principalmente West End Records que pertencia a Mel Cheren, denominado o padrinho da Disco por suas idéias inovadoras que possibilitaram a criação de sons de qualidade gravados e promovidos em diversos clubes noturnos da época.
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A partir de então, surgiram diversos hits que não saiam das rádios e embalavam a todos nas diversas boates do mundo, movimentando um grande número de jovens que queriam sair para dançar e agitar a noite inteira. A disco ganhava espaço no cinema, assim como também na televisão. Surgiam diversos talentos Kc & The Sunshine, Village People, Sister Sledge, Chic, Earth, Wind and Fire, Gloria Gaynor, Donna Summer e diversos outros que emplacaram grandes sucessos que são tocados até hoje. Famosas discotecas como a Studio 54 e Paradise Garage, em Nova York, despontavam empolgando multidões em uma pista iluminada por globos e luzes coloridas que ao som da Disco Music não paravam de dançar. 
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A Disco chegou a gerar US$8 bilhões por ano para indústria musical. Em 1978 as estações de rádio Disco alcançaram os maiores índices de audiência do mercado americano. No entanto, no final de 1979, a música Disco sofreu uma grande queda. O movimento que havia crescido de forma tão rápida e tão grandiosa perdia seu espaço nas boates que começavam a fechar, na mídia e no mercado. Apesar disso, a música disco foi capaz de modificar-se ao longo desses anos, incorporar novas tecnologias e continuar sendo tocada seja através dos novos estilos musicais que surgiam sob sua influência como o Techno, House, Rap, Acid ou a partir de regravações de músicas da época em um novo estilo que continuam fazendo muito sucesso.
Comportamento:

Os anos da Disco foram chamados de Era do Brilho, época em que as mulheres auto afirmaram-se frente à sociedade machista e utilizaram-se de figurinos sexy e luxuosos para demonstrar também a sua importância e seu esplendor para todos que as discriminavam.
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A música com os arranjos feitos por instrumentos de cordas e sopro deram um suporte para uma empostação de voz feminina de forma que elas começaram a ganhar liberdade para interpretar as músicas ao seu modo. A beleza que a música Disco ganhava com a participação feminina favorecia a queda de antigos preconceitos da sociedade contra elas. Isso quando as letras para vocalistas femininas, antes caracterizadas pelas incertezas, melancolia de espírito, indecisão traziam na época mulheres inteligentes, controladoras do seu próprio destino e decididas. Música como "Queen of Disco", de Ruby Andrews; "Catch Me on the Rebound" de Loleatta Holloway’s e "I Will Survive" de Gloria Gaynor, são exemplos de músicas em que as chamadas divas da Disco interpretavam mulheres absolutamente independentes.
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Além das mulheres, outros grupos que antes foram discriminados começavam a ganhar mais liberdade.
 A Disco Music revolucionou a maneira das pessoas se socializarem levando-as ao fantástico mundo da discoteca onde pela primeira vez na história pessoas de todas idades, diferentes origens étnicas e orientações sexuais podiam olhar para frente e serem atendidos com dignidade. Existiam algumas discotecas mais sofisticadas que não eram espaços tão abertos assim, eram locais que escolhiam a dedo as pessoas que podiam entrar no estabelecimento. Como exemplo temos a Studio 54, que permitia a entrada somente das pessoas mais bonitas ou famosas.

Entretanto, mesmo nesses lugares encontrava-se todo tipo de pessoas que mesmo com suas diferenças se respeitavam e seguiam a ordem de todas as casa noturnas que era a Diversão. O comportamento da época era totalmente direcionado para o lazer, em que a dança era muitas vezes acompanhada por bebidas, drogas e sexo à vontade. Um exemplo claro sobre a forma de pensar e viver a vida da época está retratada no filme "Studio 54" que conta a história da discoteca mais famosa de Nova York, onde a liberdade era geral; as bebidas se misturavam com drogas que eram vendidas e consumidas no local e o sexo era explícito em espaços específicos da boate. "Boogie Nights" também é outro filme que retrata bem os ideais que os jovens tinham na época. Entre inúmeros outros filmes que tematizaram a época e que valem a pena ser assistidos por todos que curtem a Disco Music, estão: "Saturday Night Fever", "Grease" e "Thanks God It’s Friday". 
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Modas do Momento

As roupas foram uma grande marca da Disco Music, as cores espalhafatosas, os brilhos dos lamês e strass ( tecidos das roupas ) mostravam que a época era mesmo da noite.

Como em qualquer movimento cultural , o vestuário trazia um simbolismo, uma mensagem. Com a disco, durante a Era do Brilho, as roupas e maquiagens glamourosas expressavam a alegria, a energia do espírito e a busca pela diversão. O cetim e a seda utilizados evocavam o glamour dos anos 20 que complementados pela moda cor traziam esplendor e cintilância para quem as usasse. O jeito sexy de se vestir foi totalmente incorporado ao figurino feminino, os tops USA, vestidos frente única, calças boca de sino, coladas e transparentes foram um escândalo que abriram espaço para que as mulheres hoje tivessem mais liberdade para escolher o que vão vestir.

A moda disco foi inspiradora para motivar os jovens a vestir suas roupas e querer tornar-se reis e rainhas da pista de dança. Para isso, além de roupas luxuosas precisariam também saber dançar a Disco Music muito bem. A moda disco foi tão forte que até nas próprias discotecas haviam cabines de trocas para as pessoas pegarem suas "roupas de dança" e seguirem direto para agitar nas pistas. Foram inúmeras peças que surgiram na época, sapatos plataforma, meias lurex, lantejoulas, purpurina, shorts entre outras.
Integrantes no mundo
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A Disco Music veio à tona nos anos 70 com o sucesso, principalmente, de grupos como ABBA, Village People, Bee Gees: O ABBA, grupo sueco formado por dois casais ( Anni /Benny com Bjorn/Anna ), foi formado em 1973. No ano seguinte já emplacavam o hit "Waterloo" nas paradas ianques. Os dois albúns seguintes trouxeram sucessos como "Mamma mia" e "Dancing Queen". O grupo continuou bem até 1981, quando os casais separaram-se. "Thank you for the music" seria o seu albúm derradeiro, em 1983.
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Os reis do disco, os irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb, os Bee Gees: o grupo nasceu em meados dos anos 60. No começo, o único sucesso foi a balada "Words". Só em 75 chegariam ao estrelato com "Jive Talkin". Em 77, com a trilha sonora do filme "Embalos de Sábado à Noite", os Bee Gees ficaram conhecidos mundialmente, vendendo milhões de cópias. Ainda viriam sucessos como "You should be dancing", "Night Fever", "More than a woman", a emocionante "How Deep is Your Love" e "Staying Alive", imortalizada nos passos de John Travolta. Os anos 80 não foram tão bons para os Bee Gees. Em 96 tiveram ( mais uma de tantas vezes ) regravada "How Deep is your love", pelo Take That . Nesse embalo, num sábado à noite, ensaiaram uma volta à cena por volta de 97.
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Em 1977, surge o Village People. O conjunto, grande representante da cultura gay, era formado por 6 rapazes que caracterizavam-se de tipos como: policial, soldado, cowboy, motoqueiro... Logo de saída emplacaram "Macho man" e "Y.M.C.A". Em 79 lançaram o hit "In the Navy", e, no final deste ano "Ready for the 80’s" ( que no ano de 1980 não entrou nas paradas ). O Village People estrelou o filme "Can’t Stop The Music" e depois disso "sumiram" nos anos 80 depois um entra e sai de integrantes. Em 93 tiveram a música "Go West" regravada pelo Pet Shop Boys - um ano depois a versão original foi colocada na trilha sonora do filme "Priscilla, a rainha do deserto".
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Outros integrantes do movimento disco não podem deixar de ser citados: Donna Summer, Jackson Five, Gloria Gaynor, Blondie, Kool & the Gang, Vicki Sue Robinson, Sister Sledge, Earth, Wind and Fire, The Tramps, Diana Ross, Chic...
Integrantes no Brasil
Lady Zu em 77, com "A hora do leão", incendiou as pistas de dança. Mas seu grande sucesso viria um ano depois no albúm "A Noite vai Chegar" no hit de mesmo nome e com "Lady é meu nome".
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Junto com Lady Zu, em 77, surgiam As Frenéticas, grupo formado por 6 mulheres, cantando "Perigosa" de Rita Lee ( "eu sei que eu sou bonita e gostosa..."). Mas a fama chegaria mesmo com "Dancin’Days" , tema da novela de mesmo nome da Rede Globo. As Frenéticas se separariam em 83, voltando em 92 com a música "Perua", para outra novela da Globo.
A Disco Music dos anos 70 foi se transformando e teve algumas crias. O techno é a mais famosa destas vertentes. Sobre o significado do nome "techno" diz-se que foi usado em épocas diferentes para dar nome a diversos gêneros musicais. Os criadores desse nome com certeza são os integrantes do grupo KRAFTWERK, que no começo dos anos 70 criaram a "música sintética". Techno, identificava todas as música que eram feitas exclusivamente por computador, e assim sem fazer uso de instrumentos musicais tradicionais. Assim é certo dizer que techno são essas músicas que não só usam os computadores, mas sim aproveitam seu imenso espectro de sons artificiais.
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A disco music (ou dance music) resgatou o desejo pela dança através do "clássico" Os Embalos de Sábado à Noite, estrelado por ninguém menos que o (então) iniciante John Travolta. Quando o ator vestiu seu famoso terno branco e jogou o braço para o alto, a discothéque estava vivendo um período de iminente decadência, mas voltou a ser moda com todo o pique e reavivou o espírito de festa que faz parte do gênero dance music. Símbolo incontestável da disco music, o ator se tornou o deus das discotecas e das mulheres da época, além de exemplo para os homens, e o filme lançou um novo verbo conjugado internacionalmente: travoltear. 
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Travolta ganhou imitadores nos quatro cantos do mundo. Era a febre das discotecas (a famosa disco fever que deu nome a uma infinidade de canções) que assolava o mundo. Este fenômeno trouxe um novo balanço para a música pop, assim como gênios da música eletrônica, cujo maior expoente da época foi Giorgio Moroder (responsável pela descoberta da 'rainha das discotecas', Donna Summer). E a discoteca virou um dos símbolos supremos do período, o templo onde se cultivou o narcisimo mais delirante, onde o corpo ganhou suas maiores homenagens.

Ainda que não tenham especificamente determinado, foram as discotecas que estimularam a onda esportiva que assolou o planeta nos últimos três anos de década. As discotecas e, naturalmente, a permissividade sexual quase absoluta dos grandes centros. Todos, e não mais apenas as mulheres, se sentiram no direito e na obrigação de serem mais eróticos, mais satisfatórios visual e tatilmente. Daí a febre do jogging, expressão americana que começou a tomar o lugar do cooper a partir do final da década. Mais engajado que a disco music, o punk rock, derivado da cena de Nova York blank generation (que reúne artistas tão diversos como Patti Smith, Television, New York Dolls e vários outros) investia contra o sistema.

A Inglaterra enfrentava uma de suas maiores crises. A recessão corria solta e o punk pregava a anarquia através dos grupos Sex Pistols e The Clash, que dividiam o trono do movimento com os nova-iorquinos dos The Ramones. O rock voltava à sua forma primitiva, emergente das garagens e dos porões dos submundos inglês e americano. Como se fosse um hiato entre a dance e o punk rock, surgiu a new wave.

Contrária ao punk, a nova onda celebrava o brilho do início da década. Algumas vezes a new wave chegou até a flertar com a dance music através do Blondie, com Deborah Harry em seu hit 'disco' Heart Of Glass. A new wave foi perdendo seu ímpeto rapidamente; os famosos Sex Pistols se dissolveram, entre outros. Mesmo assim o punk sobreviveu até o final da década.

Na música pop, a importância das palavras foi substituída pelo ritmo. Importava o balanço e a quantidade de decibéis, coisa que propiciou a aparição de dezenas de grupos e estrelas de sucesso fulminante e rápido desaparecimento.
O efêmero e o descartável foram campeões em todas as paradas de sucesso. Modas e manias foram atiradas em ondas sucessivas a todos os cantos do planeta. Pela televisão, naturalmente. Porque outro rótulo perfeitamente aplicável a este período é o de "Década da TV". Foi através do vídeo que o mundo se tornou infinitamente menos secreto. Richard Nixon, o presidente americano deposto pelo caso Watergate, foi uma "personalidade" típica das telas de TV dos anos 70. Sua saída do governo foi festejada pela população dos EUA e o resto do mundo acompanhou todo o escândalo "de perto", através da tela da TV.

Do último passo de dança no Studio 54 às crianças cambojanas morrendo de fome, todas as emoções foram adaptadas ao mesmo nível da tela pequena. Outros esportes, sem falar da dança, viveram sua explosão. E entre todas as novidades, a mais surpreendente e emocionante foi a asa delta, de fulminante êxito.
A discoteca, o esporte: atalhos para a celebridade efêmera prevista pelo artista pop Andy Warhol ("No futuro, todos serão famosos durante 15 minutos", ele disse). E falando em fama, o automóvel ampliou as fronteiras do homem e transformou-se em sonho.

Nos anos 70, regido pelas exigências de mercado, pela legislação de vários países, chegou a pesar mais de duas toneladas. No fim da década, para enfrentar a carência de petróleo, voltou a diminuir de tamanho e de peso. Mas ainda hoje é possível ver um daqueles "banheirões" andando perdido pelas ruas.
 http://www.disconight.com.br/historiadisco.html

domingo, 13 de novembro de 2016

"Somos Físicos" Porto Rico (América do Norte)

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San Juan
  Capitale de Porto Rico
 Porto Rico, oficialmente Estado Livre Associado de Porto Rico é um território sem personalidade jurídica dos Estados Unidos, localizado na parte oriental do mar do Caribe a leste da República Dominicana e no oeste das Ilhas Virgens.
 A Cordilheira Central, coberta por florestas tropicais, corta seu território e nas planícies litorâneas é cultivado o açúcar. Esse cultivo foi responsável pela presença de negros escravos, trazidos para trabalhar nas lavouras, desde o século 16 . A escravidão foi proibida apenas em 1873.

Em 1508, 15 anos após o desembarque de Cristóvão Colombo, a ilha de Borinquém, no Caribe, se tornou um domínio colonial espanhol. Em 1898, Cuba lutava pela sua independência, tendo como líder José Martí, num movimento que se estendeu até Porto Rico. A intervenção dos EUA, em 1898, na guerra contra a Espanha, acelerou a derrota dos europeus e redundou, para Porto Rico, apenas numa troca de dominação.
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A administração colonial norte-americana implantou o inglês como língua oficial e transformou a ilha em produtora de açúcar e base militar. Em 1917, os porto-riquenhos passaram a ter cidadania norte-americana. Vários movimentos de resisitência à dominação continuaram ocorrendo e, em 1947, os Estados Unidos permitiram que os moradores da ilha elegessem seu governador. 
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 Em 1959, foi aprovada uma nova constituição que transformou o país em Estado Livre Associado, regime que coloca nas mãos dos EUA os assuntos financeiros e de política exterior do país.

A maior parte da população, de aproximadamente 3,8 milhões de habitantes, é mestiça, descendente de espanhóis (80%) e de escravos africanos (20%). Cerca de três milhões de porto-riquenhos emigraram para os Estados Unidos para escapar da miséria. Os idiomas oficiais são o espanhol e o inglês, e a moeda é o dólar norte-americano.
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A pouco mais de duas horas de vôo de Miami e a 30 minutos de San Maarten, Porto Rico é um lugar onde a natureza predomina como principal atrativo turístico, principalmente por causa de suas praias. Por ter permanecido sob o domínio espanhol por mais de 400 anos, possui vários pontos onde é possível conhecer exemplos da arquitetura européia do século 15 ao 19. 

San Juan
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 Cultura
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 Celebridades
 Nicki Minaj, Joaquin Phoenix e Keanu Reeves (Foto: Getty Images
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Ricky Martin

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 Antonio Banderas
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 Jenifer López, Shakira, Mariah Carey
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Contraste
Favela La Perla em San Ruan, Capital de Porto Rico
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AMÉRICA/PORTO RICO - 57% dos jovens porto-riquenhos vivem abaixo da linha da pobreza
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http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/americacentral/estados_unidos-porto_rico.shtmlhttp://www.fides.org/pt/news/59869-AMERICA_PORTO_RICO_57_dos_jovens_porto_riquenhos_vivem_abaixo_da_linha_da_pobreza#.WChgZ_QjYQI

"Somos Físicos" O Panamá (América Central)

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Muita gente tem a imagem de que na Cidade do Panamá a única coisa que se tem a fazer é comprar os diversos produtos que têm preço muito mais em conta que no Brasil. Mas não. Quem desbrava direito o lugar, vai encontrar um cidade vibrante, em constante transformação e que descobre aos poucos seu potencial para o turismo. O Canal do Panamá, claro, é parada obrigatória. Mas existe muito mais neste país que parece querer ser a Dubai do ocidente. 

A República do Panamá está situada no istmo que une a América do Sul à América Central. O país, dividido pelo Canal do Panamá, faz fronteira ao norte com o Mar do Caribe, a leste com a Colômbia, ao sul com o Oceano Pacífico e a oeste com a Costa Rica. Tem uma superfície de 77.082 km². 
A capital é a cidade do Panamá. Sua moeda é chamada Balboa(PAB).
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“Uma estreita porção de terra. Apenas 80 quilômetros separam o Oceano Pacífico do Mar do Caribe. O Panamá é a união, a ligação entre as Américas. A capital do país é a porta de entrada para dois mundos: um ultramoderno, com prédios que transformam o horizonte; e o outro formado por ruas e vielas coloniais.

 Mega Construções - O Canal do Panamá

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 Espectáculo acuático: filman el paso de un carguero por el renovado Canal de Panamá
 Awesome spectacle: An aerial view of Gatun Lock on the famous Panama Canal
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 Centro Histórico (Casco Antigo) que foi reconstruído a partir de 1673, ano em que o pirata Henry Morgan destruiu a Cidade do Panamá, 
Turismo
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O centro histórico da cidade do Panamá é patrimônio da humanidade. Muito limpo, bem cuidado e seguro. Com suas igrejas e obras de arte que podem ser contempladas por moradores e turistas.
Mas nem sempre foi assim. Há oito ou dez anos esse lugar era completamente diferente. Era perigoso, várias gangues atuavam na que era chamada de zona vermelha, pois os turistas eram roubados. Alexis fazia parte de uma gangue que agia no centro histórico, agora ele é guia turístico.
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 Ruinas
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Contrastes
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Um prédio do centro histórico chamado de Casa Grande abrigava mais de 60 famílias. Muitas vendiam vários tipos de drogas. O prédio foi construído em 1917. Passou por uma grande reforma e agora é um hotel cinco estrelas. Os grafites, as inscrições das gangues, foram mantidos na entrada principal como lembrança de um passado que não deixou saudades. E que foi modificado com investimentos na restauração do centro histórico e na formação profissional dos moradores.
Andando pelo centro histórico, é impossível não admirar árvores centenárias e ouvir o canto deste pássaro, o ‘chango’, conhecer o artesanato dos índios kunas e, claro, comprar um chapéu Panamá que, para minha decepção, é fabricado no Equador.

Cultura e Costumes 
São reconhecidos valores culturais predominantes originários dos escravos africanos trazidos durante a colonização e que se fixaram na região central do Panamá

 

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Os grupos indígenas do Panamá
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http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2015/05/panama-e-um-pequeno-pais-com-grande-importancia-para-americas.html