"Somos Físicos". Assuntos diversos relacionados a Ciência, Cultura e lazer.Todos os assuntos resultam de pesquisas coletadas na própria internet.

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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Trabalho Infantil


Segundo a ONU mais de 168 milhões de crianças, um pouco menor que a população do Brasil trabalham cedo. A análise abrangente foi feita por um grupo de análise da política mundial da UCLA de Los Angeles, sendo que mais da metade está engajada em serviços de alta periculosidade.
Em 2008, um decreto assinado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva permitiu que o combate ao trabalho infantil no país se tornasse mais abrangente, ampliando as possibilidades de punição contra indivíduos e empresas que o utilizam e, principalmente, protegendo muito mais crianças e adolescentes que todos os dias são submetidos a atividades degradantes no campo e na cidade.
decreto de número 6.481, assinado em 12 de junho daquele ano, aprovou, em nível federal, a Lista das Piores Formas de Trabalho Infantil (Lista TIP), que teve suas bases lançadas em 1999 pela Convenção 182 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
É chamado de trabalho infantil ao emprego de crianças em qualquer tipo de trabalho, negando-lhes a possibilidade de desfrutar de sua infância afetando seu mental, físico e moral. Esta prática é considerada por diversas organizações internacionais como um ato de exploração e é proibida pelas legislações do mundo. É necessário destacar que nem todas as atividades são consideradas como trabalho infantil, mas somente aquelas que interferem no bom desenvolvimento da criança; assim, estudar, treinar, fazer atividades artísticas está longe de ser prejudicial para a saúde do menor e por isso que são excluídas dessa caracterização, mas que também podem ser consideradas benéficas.
Conferência Global sobre Trabalho Infantil: 98 milhões de crianças trabalham na agricultura
Embora na atualidade haja consciência dos problemas que acarreta o emprego de crianças, em tempos distantes foi uma prática generalizada. Assim, antes da primeira metade do século XX, podem ser vislumbrados inúmeros casos de trabalho infantil, onde crianças que ainda não haviam atingido a puberdade eram empregadas para trabalhar na agricultura, mineração, fábricas, etc. Em alguns casos, as jornadas trabalhistas se estendiam até doze horas diárias, o que dá um panorama de desumano da situação. Com o desenvolvimento das leis baseadas em tratar deste problema, esta prática começou a cair em desuso nos países mais desenvolvidos.
Representantes da Justiça do Trabalho e do Ministério Público avaliaram que será necessária uma mudança cultural para erradicar o trabalho infantil no Brasil
No entanto, nos países que ainda estão em vias de desenvolvimento existem indícios de trabalho infantil, sobretudo nas áreas sociais com maior índice de pobreza. Assim, os maiores registros de trabalho infantil em tempos atuais estão presentes na África subsariana, com uma incidência de cinquenta por cento de crianças empregadas em trabalhos inapropriados, principalmente na área rural.
A partir destas considerações resulta que a principal causa de trabalho infantil está relacionada com situações socioeconômicas precárias. Em alguns casos, o rendimento obtido por parte do menor pode significar a diferença entre a vida e a morte. Além disso, vale ressaltar que nestes casos existe uma deficiência de instituições educacionais para confrontar a situação.
A solução para este tipo de problema de trabalho infantil não pode ser tratada isoladamente de forma legal. Na verdade, a condenação social não é suficiente para dar soluções ao longo prazo, por isso é categoricamente necessário tomar medidas para melhorar a distribuição de renda. Por outro lado, os países desenvolvidos devem contribuir com programas concretos para incentivar a cessação da prática do trabalho infantil.
Você sabia que o chocolate das prateleiras tem uma grande chance de ser produzido com o uso de trabalho infantil escravo e tráfico de crianças? 
O premiado jornalista dinamarquês, Miki Mistrati, decidiu investigar e produziu, em 2010, um documentário sobre o assunto: The Dark Side of Chocolate (O lado negro do chocolate). Chegando em Mali, na África Ocidental, câmeras ocultas revelam o tráfico de crianças para as plantações de cacau da vizinha Costa do Marfim. Todas as autoridades e representantes de empresas multinacionais negaram o fato, porém no documentário fica nítido que o trabalho escravo infantil ainda é predominante nos cacauzais.

Oito fabricantes de chocolate – ADM, Barry Callebaut, Cargill, Ferrero, The Hershey Company, Kraft Foods, Mars, Incorporated e Nestlé – comprometeram-se a contribuir com dois milhões de dólares ao longo dos próximos quatro anos para uma nova Associação Público-Privada (APP) com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) para combater o trabalho infantil nas comunidades que se dedicam ao cultivo de cacau em Gana e na Costa do Marfim.

Crianças de Rua 150 milhões no mundo



Abandonadas e descartadas: mais de 150 milhões de crianças vivem nas ruas’, alertam especialistas da ONU

Art. 4° - É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do Poder Público
assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à
alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.
23 mil Crianças vivem nas ruas no Brasil



A alarmante condição de crianças e adolescentes vivendo em situação de rua viola todo o ideal de dignidade humana e confronta as legislações vigentes não só em território brasileiro, mas também nas mais diversas convenções internacionais que lutam pela defesa dos direitos humanos. É desumana e cruel a situação de meninos e meninas que tem nas ruas o espaço de trabalho, vivência e desenvolvimento. É levando em consideração o direito prioritário das crianças e adolescentes a uma estruturada e harmoniosa vida familiar, à educação, à plena formação social e ao livre exercício de usufruir a juventude, que podemos atribuir a toda sociedade o dever de zelar por aqueles que ainda não completaram seu desenvolvimento psíquico, cultural, emocional e físico. Em especial quando tais jovens encontram-se em situação de abandono, exploração e perigo.

Crianças em situação de rua no centro de São Paulo
A Constituição Federal brasileira e o Estatuto da Criança e do Adolescente deixam claro que as crianças e adolescentes são, antes de tudo, sujeitos de direitos que devem contar com a prioridade absoluta das políticas e planejamentos sócio-econômicos. Dessa forma, as pessoas que ainda não atingiram a maioridade têm total primazia em atendimentos de socorro, proteção e serviços públicos em geral. As famílias têm obrigação de se esforçar ao máximo para a plena formação daqueles que ainda não se desenvolveram completamente. Uma vez que isso não aconteça, não importando o motivo, é obrigação do Estado zelar e cuidar dessas crianças e adolescentes, proporcionando-lhes um completo atendimento emocional, social, comunitário e educativo. 

As crianças de rua não são parte da paisagem
A desestruturação familiar, a falta de investimento estatal em políticas sócio-educativas, o abandono, o falecimento dos pais, o abuso e a fome são alguns dos motivos que levam diariamente milhões de crianças e adolescentes a se exporem ao risco de viver sem qualquer amparo. É importante entender a complexidade do assunto e não culpar a criança de rua por sua situação. Os jovens em situação de rua, assim como qualquer outra criança e adolescente, não têm a adequada formação e maturidade que permite escolher o que é melhor para si, todavia isso não anula o fato de que há que escutá-los e respeitá-los. O Estatuto da Criança e do Adolescente mostra de forma explícita que não se pode abrigar um menino ou menino de rua contra a vontade do mesmo e que os jovens devem ser escutados e suas opiniões devem ser levadas em consideração sempre que possível.    

Quase 24 mil crianças e adolescentes estão em situação de rua no Brasil. Isso é o que revela a Primeira Pesquisa Censitária Nacional sobre Crianças e Adolescentes em Situação de Rua, realizada entre maio e junho do ano passado. O estudo, apresentado neste mês ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), servirá de subsídio para aperfeiçoar as políticas públicas voltadas para essa parcela da sociedade.

O levantamento indica que 23.973 crianças e adolescentes estão em situação de rua. Dessas, 71,8% são do sexo masculino e 28,2% do sexo feminino. A maioria dos/as entrevistados/as declarou ser pardo/a ou moreno/a (49,2%) e estudou até a 4ª série (39%).

Um dos pontos da pesquisa que se destacam é o trabalho infantil. Vendas de produtos de pequeno preço, como balas e chocolates, lavagens e limpezas de vidros de carros e coletas de materiais recicláveis são algumas atividades realizadas por meninos e meninas para conseguir dinheiro, seja para próprio sustento ou para o da família.

Direitos básicos, como alimentação e estudo também não estão plenamente efetivados para essa população. De acordo com a pesquisa, 13,8% das crianças e dos adolescentes em situação de rua não se alimentam diariamente e 56,3% não estavam estudando na época do levantamento dos dados.
Outro destaque do censo é o relacionamento familiar entre as crianças e os adolescentes e os familiares. Segundo a pesquisa, mesmo em situação de rua, a maioria dos menores de idade (52,2%) retorna para a casa da família para dormir; outros (6,9%) dormem em casas de parentes ou amigos. Da mesma forma, a maior parte dos entrevistados (55,5%) declarou que mantêm um relacionamento bom ou muito bom com os pais.
Entretanto, um dos principais motivos apontados por aqueles que deixaram de dormir na casa da família foi a violência, como: brigas verbais com pais, mães e irmãs/ãos (32,2%); violência doméstica (30,6%); e violência e abuso sexual (8,8%). (Portal da Criança e do Adolescente)


O termo “situação de rua” foi criado para afastar o estigma negativo que expressões como “menor” e “mendigo” possuem. A situação de rua pode se dar de variadas formas. Há crianças que vivem com a família, mas durante o dia trabalham nas ruas, enquanto outras só conseguem voltar para a casa nos finais de semana. Há ainda aquelas que não possuem qualquer vínculo familiar e têm na rua o seu local de viver, dormir e trabalhar. Esses meninos e meninas de rua são expostos a diversos perigos (como estupro, trabalho forçado, vício em drogas, agressão, assassinato, etc) e não têm oportunidade de usufruir seus direitos mais básicos. Toda a sociedade é responsável por eles e deve se esforçar ao máximo para acabar com essa desumana situação.    


 É importante salientar que a família, em primeiro lugar, deve zelar por seus jovens. Caso isso não aconteça, o Estado deve suprir essa falta tendo o completo dever de tutelar de maneira digna essas crianças e adolescentes. Esse não é apenas um princípio básico, é um direito garantido por lei, ou seja, a existência de meninos e meninas em situação de rua revela o descumprimento ou ineficácia no cumprimento daquilo que é obrigação do governo e da sociedade civil.
http://www.guiadedireitos.org/index.php?option=com_content&view=article&id=1051&Itemid=269

 No Brasil milhares de crianças morrem de fome . E sofrem o riscos como: violência (física e sexual),e exploração como mão-de-obra infanto-juvenil, má nutrição e diversas doenças.

Os Melhores Sistemas de Educação do Mundo


Em relação aos países mais educados do mundo, a educação é algo que muitas pessoas em países desenvolvidos ganham certo reconhecimento, mas não há muito tempo, qualquer forma de educação era em grande parte reservada para a elite e ricos da sociedade, e particularmente, aos filhos de tais famílias.
Ao longo dos anos este fator mudou para melhor, e a educação se tornou comum para homens e mulheres em muitas partes do mundo. Contudo, há ainda um longo caminho a seguir antes que todos tenham acesso igual à educação.
No início desta década, mais de 130 milhões de adolescentes e crianças em todo o mundo estavam fora do sistema de ensino, segundo as Nações Unidas. Esta quantidade representa o quanto longe se está de alcançar um sistema real de educação global.
Nesta seleção estão em destaque os 10 países com o melhor sistema de educação do mundo. E em relação à forma de medir o acesso à educação nos países, o The Social Progress Imperative compilou essa pesquisa das Nações Unidas, para criar oSocial
Progressive Index,SPI.
E isso oferece uma maneira abrangente de medir o progresso social, a incluir uma pontuação para o nível do país de acesso ao conhecimento básico, levando em conta fatores como taxa de alfabetização de adultos, matrícula em escola primária, matrícula do ensino secundário, e anos médios das mulheres na escola.

10° Lugar: Estados Unidosharvard estados unidos com um dos melhores sistemas de educacao do mundo
Os Estados Unidos compõem um caso especial, porque é um dos países mais desenvolvidos do mundo, mas surpreendentemente, as classificações do país estão reduzindo, a primeira nação desenvolvida a testemunhar este fenômeno.
A educação básica é gratuita no país, mas o acesso ao ensino superior é muito restrito e caro. Se este país é comparado aos outros, é possível dizer que não está fazendo um bom trabalho em melhoria da educação com os recursos disponíveis.

9° Lugar: Polônia
polonia um dos melhores sistemas educacao do mundo
Segundo a Constituição da Polônia, cada indivíduo possui o direito à educação. As escolas públicas no país oferecem educação gratuita e as autoridades públicas garantem que cada cidadão tenha acesso universal e igualitário à educação.
E quase não há jovens que não frequentam a escola. É exigido que crianças participem de 6 anos da educação primária e 3 anos de ensino secundário inferior.

8° Lugar: Alemanha
alemanha entre os paises com os melhores sistemas de educacao do mundo

A Alemanha possui um sistema de educação baseado em meritocracia. E como nos Estados Unidos, o sistema de educação difere de um estado para outro. Os estudantes na Alemanha devem, por lei, estudar uma língua estrangeira e eles são normalmente examinados durante todo o curso da educação; o SPI deverá crescer ao longo do tempo.

7° Lugar: França
franca entre os paises com os melhores sistemas de educacao do mundo
A França é conhecida mundialmente pelo seu sistema de educação inclusiva. A educação pública é disponível gratuitamente e 80% dos estudantes no país frequentam escolas públicas, enquanto apenas cerca de 20% estão em escolas privadas.
Mesmo assim, as escolas privadas são baratas, pois os professores são pagos pelo estado. O sistema francês é conhecido internacionalmente, seu rigoroso exame está mostrando progresso interessante.

6° Lugar : Israel
israel entre os paises com os melhores sistemas de educacao do mundo
O sistema de ensino de Israel é centralizado. Eles possuem escolas seculares, árabes, judias e católicas. Os estudantes têm ensino obrigatório do jardim de infância até a décima segunda série, e educação é gratuita. Para atividades extracurriculares, eles devem pagar, mas as taxas são muito baixas. Israel também aparece na lista dos países com maior percentual de formados em ensino superior.

5° Lugar: Suécia
suecia entre os paises com os melhores sistemas de educacao do mundo
A Suécia tem um decreto de educação em que é obrigatório, que cada criança receberá educação, independentemente de seus status sócio-econômico. A educação é obrigatória começando na idade de 6 anos, até a idade de 16, e é gratuita. A Suécia gasta mais que a média de país em educação, 6.7% de seu orçamento nacional a cada ano.

4° Lugar: Reino Unido
reino unido entre os paises com as melhores educacao do mundo
Os estudantes no Reino Unido podem freqüentar escolas estaduais gratuitas ou escolas independentes que cobram taxas. A lei exige que os estudantes passem por educação em tempo integral até que tenham 16 anos de idade.
E no Reino Unido, os incentivos financeiros são oferecidos para os adolescentes que continuam na educação, após a idade de 16, para preparação dos mesmos para educação superior ou emprego.

3° Lugar: Coréia do Sul
coreia do sul entre os paises com as melhores educacao do mundo
A Coréia do Sul tem um sistema que oferece educação gratuita para todas as crianças entre 6 e 15 anos de idade, e estudantes do colegial que têm entre 15 e 18 anos de idade devem pagar taxa de matrícula, que é subsidiado pelo governo.
O efeito negativo deste tipo de sistema de ensino é que a estrutura altamente competitiva tem levado a um aumento nas taxas de suicídio entre jovens coreanos.

2° Lugar: Japão
japao entre os paises com as melhores educacao do mundo
O Japão apresenta uma educação básica que é gratuita para todos e nacionalizada. O currículo é igual em todos os lugares, e controlado pelo Ministério da Educação. O Japão ocupa posição de grande destaque nesta seleção pela sua obrigatoriedade de ensino fundamental e médio e seu currículo rigoroso.

1° Lugar: Canada
canada entre os paises com os melhores sistema de ensino do mundo
O Canadá é um caso especial. O governo mal controla a educação, que é descentralizada e varia muito de estado para estado. Mas o acesso à educação é gratuito e obrigatório até as idades de 16 ou 18, a depender do estado.
Seu currículo varia, mas todo o sistema de educação trabalha perfeitamente. O país tem uma educação integral, que cria uma das forças de trabalho mais qualificadas do mundo.

Fonte:http://top10mais.org/top-10-paises-com-os-melhores-sistemas-de-educacao-do-mundo/#ixzz3pKHSuGij

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Sou Professor Cintia Ventura





Ser professor não é fácil, ainda mais nos dias de hoje com tanta desvalorização tanto da parte dos pais dos alunos como do governo, o que muitas vezes me desmotiva de continuar nessa carreira... Mas quando vejo o brilho nos olhos de um aluno que aprendeu algo novo, que superou seus limites, que avançou na construção de seu aprendizado, que está crescendo como pessoa... dá muita vontade de seguir em frente e fazer o possível e o impossível pela educação. Acreditar que o futuro está nas crianças e adolescentes me faz seguir em frente com todo carinho e dedicação. A cada ano é uma surpresa, novas turmas, novos alunos, novas histórias. E assim vamos ajudando a construir o futuro, e apesar de todas as dificuldades, me sinto muito feliz em exercer essa profissão.

Todos os Direitos Reservados

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Sou Professor Felipe Marques

Hoje é dia dos professores! Não sei se há muito o que comemorar, mas temos que reconhecer e aplaudir a profissão mais nobre de todas. Sem um professor não estaria escrevendo essa mensagem e muito menos refletindo sobre o que acontece na sociedade. Sem um professor não seria capaz de falar inglês, ou qualquer outra língua estrangeira. Sem um professor não seria capaz nem de fazer os mais simples cálculos matemáticos.
Portanto, a todos professores, teachers, professeurs, maestros e die lehrer(in) os meus parabéns! Todos os Direitos reservados

Sou Professor Raphael Bueno



Não escolhi ser Professor por amor...
Escolhi também para ser valorizado, socialmente e materialmente.
Mas ser Professor no Brasil é no mínimo... complicado.

A valorização do Professor no Brasil é historicamente ruim.
Por consequência, a educação no Brasil é historicamente ruim.
E isso não é segredo para ninguém.

Tenho a convicção de que meu trabalho e de meus colegas de profissão é uma função social tão importante quanto a de um médico.
Mas a remuneração e o status quo dessas duas profissões no Brasil são bem distintas.
O outro é chamado de Professor, e Professor no Brasil no Brasil poe ser muita, desde um altruísta, ou alguém respeitável, ou um marginalizado, tido como vagabundo (!), ou trabalhador... Pode ser tudo isso, menos valorizado.
Um é chamado de Doutor, e isso por aqui impõe respeito.

A educação é a base para a emancipação humana.
O Brasil ainda não a valoriza, por isso ainda não pode ser considerado um país sério.
É como se fosse uma criança, aguardando para ser finalmente alfabetizada, finalmente educada.
Isso acontecerá somente com muita luta, da sociedade e dos próprios professores.

Quando isso acontecer, aí sim, este lugar poderá conversar de igual para igual com qualquer um, como um adulto, como um país sério.
Raphael Bueno
Professor de História da Rede Pública

Sou Professora Sil Mara

Sou professora
Escrevo este texto a pedido de uma colega de trabalho, que compartilha o dia-a-dia de ser professora e a preocupação com a educação. Hoje, dia dos professores, é um momento em que recebemos mensagens e visualizamos os mais diferentes posts nas redes sociais em referência à nossa profissão.
Uma das mensagens que visualizei logo cedo afirmava: “Nós, professores, nada temos a comemorar”. De fato, estamos vivenciando um momento difícil. Ao mesmo tempo em que se fala em Pátria Educadora, começamos o ano com cortes de verbas na educação, que se revertem em maior precarização em todos os níveis do ensino.
No estado de São Paulo, nos deparamos com a superlotação das salas de aula, falta de materiais nas escolas, dentre outros problemas. Fizemos uma greve de 92 dias. Utilizamos um instrumento legítimo de luta como trabalhadores e trabalhadoras da educação. No entanto, nossa greve terminou em junho, já estamos em outubro e o governo estadual não anunciou nenhum reajuste salarial.
Tornando ainda mais preocupante a situação da educação, no fim de setembro soubemos pela mídia da reestruturação das escolas estaduais, que o governo pretende concretizar já em 2016. Como consequência desse plano, poderá ocorrer o fechamento de escolas, a perda da liberdade do aluno de escolher a sua escola, a superlotação ainda maior das salas de aula e a diminuição do quadro de docentes, o que afeta diretamente nossos colegas professores temporários.
Frente a tudo isso, é mesmo difícil encontrar motivos para comemorar. Temos muito mais motivos para lutar a fim de transformar a situação vigente e os ataques que estão ocorrendo neste momento. Sei que depois de anos de profissão, algumas pessoas consideram difícil qualquer possibilidade de mudança. Mas a resignação, o que pode nos oferecer?
Vem à mente, então, o exemplo de tantos professores e professoras, que mesmo após muito tempo de profissão, seguem firmes dedicando-se à sua atividade profissional com seriedade e, ao mesmo tempo, entendendo que é necessário posicionar-se e atuar frente aos ataques à educação. Penso, então: se é possível ter algum motivo para celebrar esse dia, ele está na insistência em resistir. Posso celebrar o fato de conviver com alguns professores e professoras que me inspiram a seguir, escolhendo o caminho da reflexão e da atuação na realidade. Estamos defendendo nossa profissão, estamos defendendo a qualidade da educação para os filhos e filhas da classe trabalhadora, que ocupam os bancos das escolas públicas, como eu ocupei há anos atrás.
Hoje, posso dizer que tenho mais um motivo para celebrar o dia dos professores. As estudantes, os estudantes estão vivos. Nos últimos dias, em diversos momentos me arrepiei ao ouvir alunas e alunos defendendo o seu direito a uma educação de qualidade e à escolha da escola em que desejam estudar, contra o fechamento das escolas e a superlotação das salas de aula. Eles trazem um novo fôlego, um exemplo que demonstra que nosso caminho passa longe de assistir a tudo paralisados. Somos sujeitos, estamos em movimento. Essa é a mensagem que consigo captar e tento transmitir.
A precarização da educação pública e a desvalorização da nossa profissão em muitos momentos nos tiram energias. Cotidianamente, ouço a pergunta: “Se pudesse voltar no tempo, escolheria outra profissão?”. Minha resposta mantém-se a mesma: “Não, apesar de tudo”. Hoje, reafirmo: apesar do que os governos fazem com a educação, ainda estamos resistindo. Continuo acreditando no compromisso de contribuir para que a educação seja direito de todos e todas, no sentido pleno e não somente sob a formalidade dos dados estatísticos que muitas vezes não revelam tantas problemáticas com as quais nos deparamos no cotidiano da nossa profissão.
Hoje, 15 de outubro de 2015, apesar de tudo, seguimos de pé. E isso só é possível porque posso dar as mãos aos meus colegas de profissão que se mantêm na luta por transformação e – que belo acontecimento – aos estudantes e às estudantes, que se levantam pelo seu direito à educação.

Silmara Silva, professora de Sociologia na Rede Estadual de SP e professora de Educação Infantil na Rede Municipal de SP

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Sou Professora Luciana Gentil



Mesmo diante de tantos problemas sociais, desestrutura familiar, desvalorização profissional, desrespeito de alguns pais e alunos, EU AINDA ACREDITO na nobre missão do profissional da educação! EU AINDA ACREDITO que com força e amor pela profissão, podemos contribuir para a formação de cidadãos sábios e capazes de reverter esse triste quadro. "Mesmo desacreditado e ignorado por todos, não posso desistir, pois para mim, vencer é nunca desistir." (Albert Einstein)

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Sou Professor Péricles Ribeiro



Que o '' Mestre dos Mestres '' lhe ensina que nas falhas das lágrimas se esculpe a sabedoria.
Que o " Mestre da Sensibilidade '' lhe ensine a contemplar as coisas simples e a navegar nas águas da emoção.
Que o " Mestre da Vida '' lhe ensine a não ter medo de viver e a superar os momentos mais difíceis da sua história.
Que o " Mestre do Amor '' lhe ensine que a vida é o maior espetáculo no teatro de existência.
Que o " Mestre Inesquecível " lhe ensine que os fracos julgam e desistem, enquanto os fortes compreendem e têm esperança.
Não somos perfeitos. Decepções, frustações e perdas sempre acontecerão.
Mas Deus é o artesão do espírito e da alma humana. Não tenha medo.
Depois da mais longa noite surgirá o mais belo amanhecer.
Espero - o.

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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Sou Professor Carlos Alberto Silva


Ser professor significa- aprendizado;paixão; alegria; referência;amigo entre outros...Desejo á todos os mestres ,sabedoria .amor e paz...

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