"Somos Físicos". Assuntos diversos relacionados a Ciência, Cultura e lazer.Todos os assuntos resultam de pesquisas coletadas na própria internet.

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domingo, 31 de agosto de 2014

CICLOS CARBONO E NITROGÊNIO(ENEM)

Todas as 4 esferas do Planeta Terra relacionam-se, são autônomas mas são interdependentes. A Atmosfera se relaciona com a Hidrosfera como, por exemplo, nas influencias das águas na umidade do ar. A Atmosfera se relaciona com a Litosfera como, por exemplo, na poeira do solo que contribui na formação das nuvens, nas erupções vulcânicas emitindo gases na atmosfera e nas barreiras naturais do relevo aos ventos (e às correntes e massas de ar). A Atmosfera se relaciona com a Biosfera como, por exemplo, na fotossíntese das plantas e na degradação humana do “meio ambiente”.
A fotossíntese das plantas é decisiva para a troca do gás CO² pelo O² na atmosfera.
planta necessita de CO², H²O e de luz solar para poder ter energia para sobreviver (a planta retira do CO² a glicose para se alimentar e se evoluir, além de retirar o oxigênio que será liberado para o meio ambiente).
 Estão equivocadas as pessoas que dizem que se deve acabar com o CO² do PlanetaTerra, porque o CO² é um importante gás para a vida no planeta Terra. Este contribui para que a planta faça fotossíntese e contribui para absorver raios solares (contribuindo para o “efeito estufa natural” e o “aquecimento global natural”). Se o “efeito estufa natural” e o “aquecimento global natural” não ocorressem no Planeta Terra, certamente não haveria vida.
 Os vulcões são responsáveis pelas maiores emissões de CO² no planeta Terra, mas o ser humano está emitindo cada vez mais este gás e contribuindo para um “efeito estufa exagerado” e o “aquecimento global exagerado”.
Ciclo do Carbono (C)= O Carbono é um importante elemento químico do Planeta Terra, sendo o 4º mais abundante (depois de Hidrogênio, Hélio e Oxigênio). Está presente na terra, água, seres vivos, rochas e ar. Emitida pelos vulcões, fábricas e automóveis, queimadas de florestas, pecuária e respiração dos seres vivos. Este gás sempre estará presente no planeta.
Ciclo do Nitrogênio (N²) = nitrogênio é usado pelos seres vivos para a produção de moléculas complexas necessárias ao seu desenvolvimento tais como aminoácidos, proteínas e ácidos nucleicos.
- nitrogênio nas plantas > animal come > animal defeca no solo > nitrogênio vai para o solo ou para o ar > nitrogênio volta para a planta.
- nitrogênio presente nos gases emitidos na atmosfera por vulcões e indústrias > chove > nitrogênio vai para o solo (ou água) > nitrogênio nas plantas > animal come > animal defeca no solo > nitrogênio vai para o solo ou para o ar > nitrogênio volta para a planta.
http://profwladimir.blogspot.com.br/2012/02/ciclos-do-carbono-e-do-nitrogenio.html

BIOMASSA(ENEM)

Biomassa
A busca por alternativas eficazes de produção e distribuição de energia é um elemento essencial para o ser humano, principalmente na atual sociedade, onde os modos de consumo se intensificam a cada dia. Diante dessa dependência de recursos energéticos, surge a necessidade de diversificar a utilização das fontes energéticas.
Atualmente, o petróleo é a principal substância empregada na geração de energia, porém, a biomassa é uma fonte utilizada bem antes da descoberta do “ouro negro”. O homem utiliza a lenha como fonte energética desde o início da civilização. Portanto, a biomassa faz parte da história da humanidade como fonte de energia.
A biomassa é um material constituído principalmente de substâncias de origem orgânica, ou seja, de animais e vegetais. A energia é obtida através da combustão da lenha, bagaço de cana-de-açúcar, resíduos florestais, resíduos agrícolas, casca de arroz, excrementos de animais, entre outras matérias orgânicas.
Essa fonte energética é renovável, pois a sua decomposição libera CO2 na atmosfera, que, durante seu ciclo, é transformado em hidratos de carbono, através da fotossíntese realizada pelas plantas. Nesse sentido, a utilização da biomassa, desde que controlada, não agride o meio ambiente, visto que a composição da atmosfera não é alterada de forma significativa.
Entre as principais vantagens da biomassa estão:
- Baixo custo de operação;
- Facilidade de armazenamento e transporte;
- Proporciona o reaproveitamento dos resíduos;
- Alta eficiência energética;
- É uma fonte energética renovável e limpa;
- Emite menos gases poluentes.
Porém, o seu uso sem o devido planejamento pode ocasionar a formação de grandes áreas desmatadas pelo corte incontrolado de árvores, perda dos nutrientes do solo, erosões e emissão excessiva de gases.
A utilização da energia da biomassa é de fundamental importância no desenvolvimento de novas alternativas energéticas. Sua matéria-prima já é empregada na fabricação de vários biocombustíveis, como, por exemplo, o bio-óleo, BTL, biodiesel, biogás, etc.
Por dependermos de recursos energéticos, tem surgido a necessidade de buscar novas e diversificadas fontes renováveis geradoras de energia, tais como hidroeletricidade, eólica, solar, biomassa, geotérmica, a fim de que se possa superar a dependência dos combustíveis fósseis, que poluem o ambiente e requerem milhões de anos para que se renovem. Dentre essas fontes, encontrou-se na biomassa uma excelente alternativa de energia.
A biomassa é um material constituído principalmente de substâncias de origem orgânica, ou seja, de animais e vegetais. A energia é obtida através da combustão da lenha, bagaço de cana-de-açúcar, resíduos florestais, resíduos agrícolas, borra de café, coco verde, casca de arroz, excrementos de animais, entre outras matérias orgânicas. Esses materiais, na maioria das vezes, são descartados sem nenhuma utilização, mas várias pesquisas têm comprovado sua eficácia como bons geradores de energia renovável.

Atualmente, com descobertas de novas fontes de biomassa, o Brasil pode diversificar suas fontes energéticas, pois em cada região do país há uma determinada matéria prima específica que pode ser utilizada para gerar energia. O coco verde, por exemplo, é encontrado em abundância no Brasil, e apenas 10% é aproveitado pela indústria. A fibra do coco pode ser queimada para gerar energia elétrica e também ser utilizada como material absorvente para melhorar as águas dos rios, pois é altamente porosa e tem grande poder de absorção.


A casca de arroz também tem sido queimada em termelétricas para produção de energia. A castanha-do-pará serve como lenha em usinas térmicas e caldeiras e também é utilizada em siderúrgicas na forma de subproduto, como carvão vegetal. O bagaço da cana-de-açúcar, dependendo da safra colhida no ano, pode gerar energia equivalente a da Central de Energia Nuclear Angra 2.


A biomassa é uma das maiores fontes de energia renovável. A sua decomposição libera CO2 na atmosfera, que, durante seu ciclo, é transformado em hidratos de carbono, através da fotossíntese realizada pelas plantas. Nesse caso, a sua utilização, desde que controlada, não agride o meio ambiente, pois a atmosfera não é alterada de forma significativa em sua composição.

As principais vantagens da biomassa são:
- Baixo custo de operação;
- Facilidade de armazenamento e transporte: é menos corrosivo aos equipamentos (caldeiras, fornos, etc.); 
- Reaproveitamento dos resíduos;
- Alta eficiência energética;
- É uma fonte energética renovável e limpa;
- Emite menos gases poluentes, pois não libera dióxido de carbono;

A utilização da energia da biomassa é de grande importância no desenvolvimento de novas alternativas energéticas. Porém, o seu uso deve ser bem planejado para não ocasionar a formação de grandes áreas desmatadas pelo corte incontrolado de árvores, perda dos nutrientes do solo e erosões, pois seu emprego inadequado pode causar danos maiores à natureza do que os benefícios que a sua utilização pode gerar.
Fontes: Brasil Ecola  e Globo Cidadania.


BIOCOMBUSTÍVEIS(ENEM)

Os biocombustíveis são considerados fonte de Energia limpa por não poluírem o meio ambiente. Qual seria a matéria-prima para a obtenção dessa alternativa ecologicamente correta? Na verdade são muitas e a cada dia novas pesquisas mostram novas fontes possíveis de biocombustível.


A melhor notícia é que no Brasil, pesquisas relacionadas a este assunto ganham total apoio por parte dos governantes. E como a flora brasileira é muito rica, nosso país sai na frente quando o assunto é variedade de matéria-prima para a produção de Biocombustível.



Vejamos exemplos de produção em alguns estados brasileiros:
Produção da mamona no Nordeste, Bioma na Caatinga, do dendê no Norte e Amazônia e da soja no Cerrado, Sul e Sudeste. Conheça outras plantas de onde pode se extrair biocombustível: macaúba, buriti (Maurutia fexuosa), pinhão manso (Jatropha curcas) e o babaçu (Ricinus communis), todas nativas do solo Brasileiro.



Como vemos, os bicombustíveis são combustíveis de fontes renováveis, obtidos a partir do beneficiamento de determinados vegetais. São considerados como fontes de energia limpa, porque, de acordo com especialistas, não emitem poluentes em nossa atmosfera.



Para evitar a emissão de gases poluentes e combater o efeito estufa, precisamos substituir o uso de combustíveis fósseis (derivados do petróleo) pelos bicombustíveis. Além de estar contribuindo para o próprio bem estar do homem, os biocombustíveis possuem a vantagem de ter origem em fontes renováveis, já que o petróleo está ameaçado de extinção.

Veja no quadro ao lado o que ocorre quando se usa um biocombustível.
Como se pode ver na figura ao lado, o CO2 eliminado pelo veículo é reutilizado pelas plantas para a produção de mais biomassa, através da fotossíntese.
Parte dessa matéria orgânica produzida é usada para a produção de mais biocombustível, com devolução de CO2 para a atmosfera. Dessa forma, o equilíbrio consumo-liberação de CO2 pode ser estabelecido e a concentração do CO2 pode estabilizar.
Com os combustíveis fósseis (gasolina, óleo diesel, carvão, gás natural) esse equilíbrio não acontece.


Entenda o porquê:

petróleo foi formado há milhões de anos (período Carbonífero), provavelmente de restos de vida aquática animal acumulados no fundo de oceanos primitivos e cobertos por sedimentos. Com ação da alta pressão e temperatura, o material depositado sofreu uma grande quantidade reações químicas, originando massas viscosas, de coloração negra – as jazidas de petróleo. Quando queimado ocorre, então, liberação de CO2  que foi retirado da atmosfera do planeta há milhões de anos. Como não há nenhum mecanismo atual para capturar esse CO2 para produção de mais petróleo (que é considerado um recurso não renovável), o uso desses combustíveis acaba promovendo um aumento na concentração de CO2 na atmosfera. Como curiosidade, para cada 3,8 litros de gasolina queimados, 10 kg de CO2 são liberados para a atmosfera.


1. Vantagens do uso dos biocombustíveis

- Possibilita o fechamento do ciclo do carbono (CO2), contribuindo para a estabilização da concentração desse gás na atmosfera (isso contribui para frear o aquecimento global);
- No caso específico do Brasil, há grande área para cultivo de plantas que podem ser usadas para a produção de biocombustíveis;
- Geração de emprego e renda no campo (isso evita o inchaço das cidades);
- Menor investimento financeiro em pesquisas (as pesquisas de prospecção de petróleo são muito dispendiosas);
- O biodiesel substitui bem o óleo diesel sem necessidade de ajustes no motor;
- Redução do lixo no planeta (pode ser usado para produção de biocombustível);
- Manuseio e armazenamento mais seguros que os combustíveis fósseis.

2. Desvantagens do uso dos biocombustíveis
- Consome grande quantidade de energia para a produção;
- Aumento do consumo de água (para irrigação das culturas);
- Redução da biodiversidade;
- As culturas para produção de biocombustíveis consomem muitos fertilizantes nitrogenados, com liberação de óxidos de nitrogênio, que também são gases estufa;
- Devastação de áreas florestais (grandes consumidoras de CO2) para plantio das culturas envolvidas na produção dos biocombustíveis;
- Possibilidade de redução da produção de alimentos em detrimento do aumento da produção de  biocombustíveis, o que pode contribuir para aumento da fome no mundo e o encarecimento dos alimentos;
- Contaminação de lençóis freáticos por nitritos e nitratos, provenientes de fertilizantes. A ingestão desses produtos causa problemas respiratórios, devido à produção de meta-hemoglobina (hemoglobina oxidada);
- A queima da cana libera grandes quantidades de gases nitrogenados, que retornam ao ambiente na forma de “chuva seca” de fertilizantes, segundo pesquisa do químico ambiental Arnaldo Cardoso e publicada na revista “Unesp Ciência, edição de fevereiro de 2010.  Nos ambientes aquáticos, o efeito é muito rápido: proliferação de algas, com liberação de toxinas e consumo de quase todo oxigênio da água, o que provoca a morte de um grande número de espécies.
A queima da palha da cana espalha fertilizante pelo ar
Crédito: Sandro Falsetti / 'Unesp Ciência' fevereiro de 2010, pág. 43.
A agricultura não produz somente alimentos, mas também várias matérias-primas para a indústria. Atualmente, encontram-se em expansão as áreas destinadas a gêneros para a produção de fontes renováveis de energia, os biocombustíveis.
  A produção de biocombustíveis tem gerado controvérsias entre ONGs, agricultores e governos. Seus defensores argumentam que a diminuição das reservas petrolíferas fará com que, a médio prazo, a oferta desse combustível deixe de acompanhar a procura, e que por isso é necessário buscar formas alternativas de geração de energia. Outro aspecto apontado na defesa dos biocombustíveis é que eles resultam em volume menor de emissão de poluentes, em comparação ao petróleo.
  Já o principal questionamento diz respeito à possibilidade de o aumento das áreas plantadas com matérias-primas para os biocombustíveis provocar a diminuição da produção de alimentos, elevando seu preço e, consequentemente, a fome no mundo. Outras críticas apoiando-se na tendência monocultora estimulada pela produção de biocombustíveis, que reduz a diversidade de gêneros agrícolas disponíveis.
  O biocombustível mais consumido no mundo é o etanol, e seus maiores produtores são os Estados Unidos e o Brasil. Nos Estados Unidos, o milho é a matéria-prima empregada na fabricação do etanol, ao passo que no Brasil emprega-se a cana-de-açúcar, que produz um rendimento energético maior. Em alguns países europeus o etanol tem como matéria-prima a beterraba. Em outros países, como a Rússia, o etanol é produzido por meio do eucalipto.
  O milho é utilizado para várias funções, e ao priorizar seu uso empregando-o em larga escala para a produção de biocombustível, seu preço no mercado internacional aumenta, o que prejudica quem o consome como alimento. O mesmo não ocorre com a cana-de-açúcar, pois ela não é tão consumida como alimento quanto o milho.
  A produção agrícola em larga escala baseada na monocultura tem relação histórica com muitos dos problemas sociais e econômicos dos países pobres agroexportadores e, consequentemente, com o aumento da pobreza global. Desse modo, é preciso que os países subdesenvolvidos se integrem com maior soberania no comércio mundial, buscando combinar o plantio de alimentos em grande quantidade com o estímulo a práticas racionais de produção de biocombustíveis.

  Na década de 2000 houve no Brasil um aumento significativo da área plantada com cana-de-açúcar e do número de usinas. Essa expansão desperta preocupações, uma vez que provoca grande pressão sobre as fronteiras agrícolas, que passam a se estender sobre áreas de vegetação.


FONTE: Geografia, 3° ano: ensino médio/organizadores Fernando dos Santos Sampaio, Ivone Silveira Sucena. - 1. ed. - São Paulo: Edições SM, 2010. - (Coleção ser protagonista).
http://www.vestibulandoweb.com.br/biologia/teoria/biocombustiveis.asp

QUÍMICA AMBIENTAL(ENEM)

Um assunto atual e popular e ao mesmo tempo preocupante se chama “Poluição atmosférica”. Se você se acha uma pessoa informada, mas conhece apenas o CO2 como vilão da história, está na hora de se atualizar sobre os principais poluentes atmosféricos e seus efeitos no organismo.

O CO2 (dióxido de carbono) ficou mais conhecido entre os poluentes por ser aquele que leva a mais danos em nossa saúde e mesmo assim sua emissão aumenta a cada dia mais. É proveniente da queima incompleta de combustíveis usados em veículos automotivos, quando atinge a atmosfera adquire a forma de CO (monóxido de carbono), esta forma é responsável por problemas respiratórios e pode afetar nosso sistema cardiovascular.

O CO é liberado também em processos industriais e na fumaça de cigarro. Estudos comprovam que nestes casos, o efeito cumulativo está associado a hemorragias, náuseas, diarreias, pneumonia, perda de memória e outros males.

Outro poluente perigoso é o dióxido de Nitrogênio (NO2), este gás é liberado no ambiente pelas Centrais termoelétricas, e está relacionado com problemas respiratórios. Nestas centrais são queimados combustíveis fósseis para gerar energia, como por exemplo, petróleo, gás natural ou carvão, todos estes são poluentes em potencial.

O dióxido de Enxofre (SO2) é emitido também pelo processamento em Centrais termoelétricas, e está envolvido em problemas cardiovasculares.
Os espaços propícios para a concentração da poluição atmosférica são os locais afastados do litoral e regiões abrigadas (pouco ventosas), nestes locais existe uma maior concentração de poluição, pois o ar não se movimenta e os gases acumulam-se.
Os espaços desfavoráveis para a concentração da poluição atmosférica são as regiões litorais ou montanhosas, onde o ar é ascendente, nestes locais existe uma menor concentração de poluição.
Nos países desenvolvidos verifica-se uma maior concentração de poluição atmosférica, devido ao grande nível de industialização e ao modo de vida das pessoas que utilizam demasiado os automóveis, os CFC’s, etc. No entanto este problema cada vez mais se estende aos países em desenvolvimento, devido a esses países começarem a utilizar cada vez mais automóveis e a ter cada vez mais fábricas.
As condições geográficas e meteorológicas também são muito importantes para o agravamento ou diminuição do efeito da poluição do ar.
O “Smog” define-se como uma combinação de fumo e de nevoeiro em áreas urbano-industriais.
O Smog surge em situações de nevoeiro, a sua formação é favorecida pelos focos de poluição, que aumentam o número de núcleos de condensação (poeiras ou partículas diversas) na atmosfera saturada ou quase saturada.
As consequências do Smog são:
-         A inversão térmica, ou seja, o aumento da temperatura durante o dia, e em condições de grande arrefecimento noturno.
-   O Smog provoca diretamente nas pessoas asma, bronquite, problemas respiratórios e cardíacos.
-         A concentração de fumos à superfície.
Algumas cidades que sofreram o Smog:
-         Los Angeles, é uma cidade que sofre grandes problemas de contaminação pelo smog.
-         Londres, foi onde ocorreu a situação mais grave, no ano de 1952, devido à conjugação de vários fenômenos meteorológicos.
As chuvas ácidas formam-se coma libertação de dióxido de enxofre e de óxido de azoto (provenientes de fábricas e automóveis) para a atmosfera. Esses gases que foram libertados para a atmosfera são levados pelos ventos para as nuvens.
A combinação destes gases com o oxigénio e o vapor de água contido nas nuvens, dá origem a ácido sulfúrico e ácido nítrico, ou seja, formam-se as chuvas ácidas.
Com a precipitação, as chuvas ácidas originam  a acidificação dos solos, que vai prejudicar a agricultura e as espécies de árvores e plantas que vão nascer. Outra consequência é a destruição da vegetação e a contaminação da água, que é muito prejudicial para a vegetação assim como para os animais.
As chuvas ácidas embora afectem mais as regiões industrializadas da América do Norte (EUA e Canadá) e da Europa (Alemanha , Áustria, Polónia, República Checa, Escandinávia), devido à emissão de dióxido de enxofre e à queima de petróleo e carvão,são um problema global visto que os ventos transportam as partículas poluentes.
Uma das consequências da poluição atmosférica é o Efeito de Estufa. O sol é constituído por radiações ultravioletas, infravermelhos, entre outras que atravessam a atmosfera, mas nem todas chegam à superfície, pois a mesma absorve, difunde e reflecte parte dessa radiação (função de filtro).
A crescente emissão de dióxido de carbono é prejudicial, pois o COpermite a passagem da radiação solar para  terra mas depois funciona como uma barreira, não deixando sair o calor que é reflectido pela superfície terrestre, então o calor fica concentrado formando o Efeito de Estufa.
Este fenômeno atinge mais os países desenvolvidos, por serem os maiores emissores de dióxido de carbono.
Na atualidade as regiões menos desenvolvidas e industrializadas também são afetadas por este problema, devido à queima das florestas tropicais e fenômenos naturais (erupções vulcânicas). 
Este processo tem duas consequências:
Ø      O aquecimento global do planeta, o que pode provocar a fusão do gelo das regiões polares e a subida dos oceanos, com a submersão das regiões litorais.
Ø      Alterações climatéricas que poderão acelerar o avanço da dos desertos (desertificação).
 
A existência de ozono na estratosfera é vital para a Terra, pois absorve grande parte da radiação ultravioleta. O ozono é assim indispensável, protegendo-nos do excesso de radiação ultravioleta, embora ao nível do solo seja prejudicial para a saúde e para o ambiente.
A destruição da camada de ozono provocada pelo cloro origina variações do clima (aquecimento global) e poderá acabar com a vida na terra.
Tem-se assistido à destruição da camada de ozono, ou seja, o aumento do “buraco” na camada de ozono, esta situação é mais preocupante nos pólos pois corre-se o risco de derreter os pólos, aumentando desta forma o nível médio das águas do mar.
Actualmente tenta-se substituir os CFC (muito prejudiciais para a camada de ozono), por outros que não provoquem danos ambientais, pois se a camada de ozono é destruída será o fim da vida na terra.
 
Durante as últimas décadas o homem tem transformado as paisagens e a própria natureza:
A poluição atmosférica está a conseguir alterar o clima do planeta
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Aumento do Efeito de estufa
Aumento global das temperaturas
Degelo dos
calotes
Subida do nível das águas do mar

Toda esta cadeia de problemas põe em perigo
O planeta e o próprio homem
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Destruição das florestas tropicais
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Também tem contribuído para as alterações climáticas e para o avanço
dos desertos (desertificação).
Os cientistas têm vindo a apelar para a intervenção dos governantes e das populações em geral, devido ao agravamento dos problemas relacionados com a atmosfera.
Para combater o smog, as chuvas ácidas, o aumento do efeito de estufa, a destruição da camada de ozono e alterações climáticas, foram adoptadas medidas de preservação da Natureza, tais como:
Ø      A redução das emissões de dióxido de carbono para a atmosfera;
Ø      A utilização de filtros nas chaminés das fábricas;
Ø      A promoção de energias alternativas, não poluentes;
Ø      A eliminação da utilização de CFC;
Ø      A utilização de tecnologias “limpas”.
Ø      A promoção da reciclagem;
Ø      A reutilização de determinados produtos, por exemplo a utilização de garrafas de vidro em substituição das de plástico descartáveis;
Ø      A redução na utilização de determinados produtos mais poluentes, como o plástico.
Com este trabalho pretendi dar a conhecer as consequências da poluição atmosférica, assim como soluções para atenuar os seus efeitos.
A poluição atmosférica provoca o smog, as chuvas ácidas, o efeito de estufa, a destruição da camada de ozono e alterações climáticas. Estes problemas têm vindo a agravar-se, devido à constante emissão de dioxido de carbono proveniente dos automóveis, das fábricas, dos incêndios e da utilização de pesticidas.
Se este problema se continuar a agravar, provavelmente haverá a destruição da camada de ozono, o que vai terminar com a vida no planeta Terra.
Diciopédia 2003, Porto Editora.
Geo ambiente e sociedade, edições ASA
Enciclopédia do Conhecimento.

TRATAMENTO DE ÁGUA(ENEM)


Água potável ao alcance de todos
Água potável ao alcance de todos
A água é um fator importante para toda espécie de vida, e com o passar dos anos ela vem sendo ameaçada pela poluição. É interessante saber sobre o processo de potabilização, que se define como um conjunto de tratamentos físicos e químicos que a água destinada ao consumo humano deve passar.

Para que possamos utilizar produtos de limpeza, cozer alimentos, realizar a assepsia, dentre outras ações que utilizem água de forma tranquila, a água destinada ao consumo humano deve preencher condições mínimas para que possa ser ingerida ou utilizada para fins higiênicos, o que se consegue através dos processos de uma estação de tratamento.
consegue através dos processos de uma estação de tratamento.
 Vejamos as etapas que acontecem no processo de tratamento da água:
1 – Captação,  a água passa por um sistema de grades que impede a entrada de elementos macroscópicos grosseiros (animais mortos, folhas, etc.) no sistema. Parte das partículas está em suspensão fina, em estado coloidal ou em solução, e por ter dimensões muito reduzidas (como a argila, por exemplo), não se depositam, dificultando a remoção.
2 – Coagulação, visa aglomerar essas partículas, aumentando o seu volume e peso, permitindo que a gravidade possa agir. Isso é feito, geralmente, através da adição de cal hidratada (hidróxido de cálcio) e sulfato de alumínio, sendo agitada rapidamente. Esses materiais fazem as partículas de sujeira se juntarem.
3 – Floculação, a água é agitada lentamente, para favorecer a união das partículas de sujeira, formando os flocos. Em solução alcalina, o sulfato de alumínio reage com íons hidroxila, resultando em polieletrólitos de alumínio e hidroxila (policátions) com até 13 átomos de alumínio. Esses polieletrólitos de alumínio atuam pela interação eletrostática com partículas de argila carregadas negativamente e pelas ligações de hidrogênio devido ao número de grupos OH, formando uma rede com microestrutura porosa (flóculos).
4- Decantação, a água não é mais agitada e os flocos vão se depositando no fundo, separando-se da água. O lodo do fundo é conduzido para tanques de depuração. O ideal é que ele seja transformado em adubo, em um biodigestor. A água mais limpa vai para o filtro de areia.
5- Filtração. A água já decantada passa por um filtro de cascalho/areia/antracito (carvão mineral), onde vai se livrando dos flocos que não foram decantados na fase anterior e de alguns microrganismos.
6- Cloração. A água filtrada está limpa, mas ainda pode conter microrganismos causadores de doenças. Por isso, ela recebe um produto que contém cloro, que mata os microrganismos. Na água, o cloro age de duas formas principais: a) como desinfetante, destruindo ou inativando os microorganismos patogênicos, algas e bactérias de vida livre; e b) como oxidante de compostos orgânicos e inorgânicos presentes.
 Quando o cloro é adicionado a uma água isenta de impurezas, ocorre a seguinte reação:
Dependendo do pH da água, o ácido hipocloroso (HClO) se ioniza, formando o íon hipoclorito (ClO), segundo a reação a seguir:
Ambos os compostos possuem ação desinfetante e oxidante; porém, o ácido hipocloroso é mais eficiente do que o íon hipoclorito na destruição dos microrganismos em geral.
6- Fluoretação. Nas grandes cidades brasileiras a água tratada ainda recebe o flúor, que ajuda a prevenir a cárie dentária.
7, 8 – Reservação. A água tratada é armazenada em grandes reservatórios, antes da distribuição. Esses reservatórios sempre são instalados nos locais mais altos das cidades.
9 – Distribuição. A água tratada é distribuída para as residências, comércio e indústria a partir dos reservatórios de água potável.
A água é essencial na vida do homem, mas ela precisa ser convenientemente tratada, porque a água sem tratamento quando ingerida pode ser responsável pela transmissão de muitas doenças como:
• amebíase;
• giardíase;
• gastroenterite;
• febres tifóide e paratifóide;
• hepatite infecciosa;
• cólera.
Estas são as chamadas doenças de veiculação hídrica. A água também pose estar ligada à transmissão de algumas verminoses como a teníase, a esquistossomose, ascardíase, ancilostomíase e oxiuríase.
Infográfico do site Planeta Sustentável
http://esquadraodoconhecimento.wordpress.com/ciencias-da-natureza/quim/estacao-de-tratamento-de-agua-eta-etapas/http://www.brasilescola.com/quimica/tratamento-agua.htm