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terça-feira, 22 de julho de 2014

A INVEJA (MATÉRIA DE FÉRIAS)

meninas más
A inveja é sempre proporcional ao grau de repressão que uma pessoa impõe aos seus desejos. Na falta de possibilidades reais (ou imaginárias) de se deliciar na vida, o sujeito olha para o lado e suspira triste pelo bem-estar alheio, como que se projetando amargurado sobre a conquista que não é sua.
Quando vê alguém bem sucedido ,ele não necessariamente deseja que a pessoa perca o que tem, mas se recorda que ainda não tem aquilo que almeja e se entristece. Nos casos de inveja leve a pessoa pragueja um pouco ou faz uma crítica do tipo: “é rico, mas é infeliz”ou “que adianta ser casada e chifruda”.
 Essa é uma maneira de atacar imaginariamente para diminuir a sensação de menos valia. 
Nos casos doentios a pessoa vai atacar abertamente, fofocar e até colocar a casca de banana no caminho do outro para que o “inimigo” caia.
Vivemos numa cultura machista que privilegia as realizações masculinas e até as facilita em detrimento das femininas. Haja visto muitas afirmam que se pudessem nasceriam homem em outra vida. Sim, goste ou não os salários ainda são maiores para homens e oportunidades de melhores empregos ou cargos de lideranças são prioritariamente masculinos.
Basta notar a menor inveja de certos tipos de mulheres que são mais desencanadas.
A competitividade das mulheres é sempre em função da liberdade que sentem que vem da outra. No fundo é isso que as perturba, perceber que a outra teve mais ousadia para se vestir, falar, interagir e trabalhar. 
A invejosa que sempre foi educada para conter a si mesma lamenta não ter o despudor de dizer o que pensa, por isso secretamente maldiz a outra que obteve mais destaque. Parte dela, ainda que não admita gostaria de ser tão livre e espontânea para no mínimo ter a opção de fazer aquilo, mesmo que escolha não fazer.
Pessoas emocionalmente mais realizadas tem menor propensão em cobiçar o bem alheio já que estão degustando com mais liberdade o seu prato saboroso.
Segundo uma pesquisa, mulheres bonitas se dão mal na hora de procurar e arranjar empregos.
Bradley Ruffle e Ze’ev Shtudiner, pesquisadores de Israel, enviaram mais de 5 mil currículos fictícios para 2,5 mil vagas reais. Cada currículo tinha duas versões: uma com foto e outra sem. Os homens bonitos fizeram sucesso, e receberam quase o duas vezes mais convites para entrevistas que os homens comuns.
Mas já as mulheres atraentes não se deram muito bem nessa. Em comparação com currículos sem fotos, as chances de resposta reduziram em 30% para as bonitas. Quando não eram tão atraentes assim, a perspectiva também reduzia, mas para 22%.
E a explicação para isso nem é tão surpreendente assim. No estudo realizado, 93% dos recrutadores eram mulheres! E 34% disseram não gostar de currículos femininos com fotos… mas outras 43% aprovam quando os homens anexam fotos. A conclusão dos pesquisadores: a inveja feminina prejudica as mulheres bonitas na hora de conseguir um convite para entrevista de emprego.
Mulheres são ou não invejosas? Inveja feminina sempre foi um tema divertido para os homens, porque eles sempre acham que o motivo da inveja é a disputa por eles.

Freud quando falava do “complexo de édipo”, expunha a competição da filha com a mãe para tentar “apanhar” o pai para ela. Na maior parte das vezes, a inveja feminina começa exatamente por conta de uma disputa por atenção que começa na infância dentro de casa, onde os valores do universo feminino empregado pelos pais são pequenos. 

Meigas e fortes, poderosas e arrasadoras, era desta forma, que os pais educavam em sua maioria, suas filhas. As mulheres foram treinadas para isso. A nossa sociedade, por séculos, treinou as mulheres para competirem pelo melhor marido das redondezas. O marido poderoso era a única chance de ascensão social para a mulher. Para os pais,  a filha tinha que ser a mais linda, a mais prendada, a mais carinhosa para atrair o macho poderoso, um bom casamento, que iria abrir-lhe oportunidades para a vida de toda a família. 

Hoje em dia, claro, as coisas mudaram, o investimento dos pais está sendo em preparar as filhas para o mundo dos clicks, da moda, das passarelas e das capas de playboy, nem isso acabe com a essência natural dela.

Na minha humilde opinião (que quase não vale, pois eu sempre convivi mais com homens e sempre fui mais "menino" do que menina) sim, somos mais invejosas sim, como aquela velha história, a mulher não se arruma para ela ou para o companheiro, e sim para as outras mulheres, para tentar causar inveja nelas.
O que sinceramente é uma falta de tempo, se preocupar com a opinião das outras e perder toda a diversão tentando se melhor. As mulheres não precisam mais disso na sociedade de hoje. O que se deve fazer é questionar a educação recebida desde a infância e a forma como isso foi adquirido em uma vida adulta. Temos é que reconhecer os “dotes” das outras pessoas, e aprender a conviver mais com os nossos, pois existe espaço para nós neste mundo.
Mas e na sua opinião, elas são ou não invejosas?
http://www.olaserragaucha.com.br/blogs/cai-na-real/4801/A-inveja-feminina.htm
http://www.sobreavida.com.br/2013/05/28/mulheres-sao-invejosas-e-competitivas/

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