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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

"Somos Físicos" A Grande" Viagem" do Homem à Lua (Astronomia)




 A série Marte, exibida na Nat Geo, que teve inicio no dia 13 de Novembro, um misto de ficção e realidade e que não tem nada haver com a NASA, iniciou no seu primeiro episódio a dificuldade que estão enfrentando em seus ensaios, tanto em como superar a radiação como no pouso... à partir daqui, iniciamos nossa pesquisa de maneira imparcial.

Em 20 de julho de 1969, os astronautas Neil Armstrong e Buzz Aldrin passaram duas horas em solo lunar. Depois de uma viagem de quatro dias, os norte-americanos foram os primeiros humanos a pisarem naquela superfície. De acordo com o próprio Armstrong este momento seria “um pequeno passo para o homem, mas um grande passo para a humanidade”.
Apesar de ter sido registrada, a missão espacial é bastante controversa. São duas as hipóteses: na primeira, depois de coletar material e passear pelo satélite natural, os astronautas entram na Apolo 11, retornam em segurança e viram heróis na Terra.
Já na segunda, em vez da Lua, os astronautas estariam em Hollywood, fazendo parte de uma grande encenação. E mais: as luzes do estúdio acenderiam logo após o fim da transmissão do pouso pela TV, enquanto políticos e membros da NASA aplaudem a atuação dos exploradores. Afinal, eles acabavam de enganar um planeta inteiro, implantando a mentira mais secreta e bem feita de todos os tempos.
Em busca de respostas, o Tecmundo selecionou abaixo as evidências e argumentos mais convincentes sobre a viagem mais fantástica já realizada – ou não – pelo ser humano.

Tem Photoshop?

Antes de começar a conspirar, vale relembrar: a atmosfera da Lua não é como a nossa. Lá, existe apenas o vácuo. Além disso, a gravidade é seis vezes menor do que na Terra, alterando nosso peso e a caminhada em solo lunar. Isso tudo em teoria.
Como nós não conhecemos a superfície lunar com precisão e só especulamos, com base na ciência, como é o vácuo, é difícil afirmar que “na Lua é assim” ou que a foto “não deveria ser desse jeito”. De qualquer forma, vamos às principais discussões que envolvem registros em fotos  vídeos dos astronautas.

A bandeira da discórdia

Uma das grandes furadas da agência espacial seria com relação à bandeira dos Estados Unidos fincada em solo lunar pelos membros da Apollo 11. Na imagem de divulgação, ela aparece tremulando levemente – o que seria uma gafe grotesca, já que não deveria haver vento no vácuo.
 
(Fonte da imagem: NASA)
O argumento contrário? O movimento que vemos é resultado da força aplicada pelo astronauta que fincou a bandeira. Por não haver atrito, o objeto absorve a energia do movimento e a dissipa por mais tempo, dando a impressão de que é um vento que a balança.

Um passo para o fracasso

Outra discussão envolve mais uma foto clássica: a pegada de Aldrin, perfeitamente registrada em solo lunar. Quem acha que a viagem não aconteceu diz que é outro erro clássico. O vácuo e a ausência de umidade deixariam a marca da pisada com uma aparência frágil, como em areia fofa.
 
 (Fonte da imagem: NASA)
Para a NASA, novamente há explicação: apesar da ausência de umidade, as partículas da Lua são irregulares, portanto fazem marcas perfeitas quando pressionadas pela bota do astronauta, assim como quando pisamos em areia molhada.

Os iluminados

 
(Fonte da imagem: Apollo Archive)A sombra nas fotos é um dos argumentos mais fortes de quem contesta a ida do homem ao satélite natural. Na imagem abaixo, por exemplo, os vários elementos em cena (módulo lunar, pedra e astronauta) aparecem com sombras apontando para diferentes sentidos, o que não seria possível com apenas uma fonte de luz (o Sol), mas com várias (refletores de cinema).
A NASA e o famoso programa “Mythbusters: Caçadores de Mitos” chegaram a uma conclusão: no primeiro caso, a culpa é da superfície irregular da Lua, que alteraria a formação das sombras, possibilitando a bagunça que vemos no retrato.
Na outra imagem, um astronauta posicionado junto com o módulo lunar aparece totalmente iluminado na foto, mesmo estando na sombra do veículo, o que deveria deixá-lo quase na completa escuridão. Será outro descuido?
 
(Fonte da imagem: NASA)
Aqui, prevalece a nossa falta de conhecimento acerca da superfície da Lua. A explicação oficial é de que ela conta com uma forte reflexão, sendo capaz de mostrar o astronauta nitidamente na fotografia, mesmo em uma sombra. Verdade ou não, só estando lá para saber.

Mãozinha hollywoodiana

Mas a NASA não conseguiria enganar o planeta inteiro sozinha. Uma ajuda de outro órgão bastante ligado ao governo norte-americano seria perfeita: a milionária indústria cinematográfica de Hollywood.
2001: Uma Odisseia no Espaço" seria um aquecimento para filmar a viagem à Lua. (Fonte da imagem: MGM)
As teorias mais viajadas dizem até que Stanley Kubrick foi o diretor encarregado da criação do cenário da Lua e responsável pela atuação dos exploradores – e ninguém seria melhor que Kubrick, diretor de “2001: Uma Odisseia no Espaço”, para dirigir a grande farsa lunar. Se foi mesmo assim, pobres astronautas, pois o cineasta é conhecido por repetir a gravação da mesma cena mais de 100 vezes, até que ficasse do jeito que ele queria.
Mas e se Kubrick não estava envolvido, quem iria construir um cenário tão perfeito? Para algumas pessoas, nem precisava: os Estados Unidos já tinham a região desértica de Nevada, um Estado no oeste do país que seria muito similar ao solo lunar apresentado no material divulgado.
 
Vai dizer que não lembra um pouquinho? (Fonte da imagem: Nevada Division of Enviromental Protection)
Há também a questão tecnológica. No final da década de 1960, as transmissões via satélite já funcionavam, mas não eram um primor. Se falhas de sinal em exibições ao vivo na própria Terra eram problemáticas, há quem acredite que na Lua seria praticamente impossível obter imagens tão boas e quase ao mesmo tempo.

A volta dos que não foram

A última missão tripulada com direito a pouso lunar foi a Apolo 17, realizada em dezembro de 1972. Depois disso, mesmo com os avanços tecnológicos na área, nada aconteceu. Nem uma viagem ou iniciativa, apenas uma promessa que nunca saiu do papel, feita pelo ex-presidente George W. Bush. Por quê?
Antes, vale lembrar o motivo da viagem, que não era buscar vida alienígena ou expandir territórios. O ano de 1969 era o auge da Guerra Fria, a disputa hegemônica entre Estados Unidos e União Soviética – e isso incluía a corrida espacial. Quem chegasse à Lua antes, por exemplo, ganharia muitos pontos em relação ao concorrente. A URSS colocou o primeiro homem no espaço, o russo Yuri Gagarin, mas foi Armstrong e seu time que colocaram um ponto final no assunto.
 
O russo Yuri Gagarin, primeiro homem a ir para o espaço. (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)
Depois da missão de Armstrong, outras seis tiveram o mesmo destino para coletar material lunar e estudar a região. O argumento oficial da NASA é que todos os objetivos no satélite foram concluídos – e não haveria sentido ou motivos urgentes para outra viagem. Além disso, cada programa espacial custaria uma fortuna, um rombo nos cofres hoje escassos de Estados Unidos e Europa. Por fim, o interesse atual está mais no turismo e até no uso de robôs, além de viagens para Marte.
Os Iluminados
A FRAUDE DO SÉCULO
20 de julho de 1969, milhões de pessoas em todo o planeta presenciaram o acontecimento do século, a chegada do homem a Lua.
Tempos depois começaria uma polêmica que alteraria este acontecimento mundial. Acusava-se a Nasa de fraude!.
 As fotografias tiradas pela missão Apollo, os passeios lunares e alguns acidentes técnicos anteriores à primeira missão com êxito continham “anomalias” que haviam sido descobertas por fotógrafos experientes e investigadores. Existem duas teorias sobre isto: uma se apoia sobre uma fraude total, ou seja, jamais o homem esteve na lua e fomos enganados a uma escala nunca vista pela humanidade. Foi uma propaganda para demonstrar seu poderio a frente a Ex-União Soviética na época da "Guerra Fria". 
A outra teoria, mais crível, indica que o homem esteve sim na Lua, mas várias fotos foram realizadas em estúdios na Terra. Sabe-se que os astronautas estiveram vigiados por ovnis e que usaram um canal de radiocomunicação secreto para coordenar ações com a base em Terra. Outro ponto a favor desta teoria foi a “quarentena” que sofreram  os astronautas. Por que tanto tempo?
Quando vemos alguém dizendo que não acredita que o homem tenha viajado à Lua, nossa primeira reação é a de rejeição, de menosprezo a alguém que não acredita em nada que foi filmado, nas inúmeras fotos comprovando tal acontecimento histórico que, de certa forma, mudou os rumos da humanidade. Mas, na reportagem a seguir, todas essas teorias vão por água abaixo.
 Leia com atenção e tire suas próprias conclusões.

Começaremos pela foto da porta de entrada da Missão da Nave Apollo 11, existente no site da NASA.
 Note que, já no inicio, há evidências de fraude. Esta é a foto de abertura da página e é a que foi encontrada o maior número de direções de sombras. Para ficar mais fácil a visualização das direções das sombras, foi desenhada uma reta vermelha para cada direção encontrada. Note que existem, no mínimo, 4 direções diferentes de sombras, num local onde a única fonte de luz é o Sol e, desta forma, todas as sombras deveriam estar numa mesma direção. E não há desculpa de se ter tirado a foto com ausência de luz solar (noite, na Lua) se recorrendo ao uso de uma iluminação artificial, pois, no fundo esquerdo da foto, há incidência de luz solar, de cima para baixo, no Módulo Lunar.
Você também consegue comparar as contradições na própria página, como estas duas fotos abaixo. Qual será o tamanho real da Terra vista da Lua? Seria o tamanho em que se encontra a Terra na primeira ou na segunda foto abaixo?
Aparentemente, duas montagens feitas por pessoas diferentes. A primeira foto mostra o tamanho da Terra mais próximo do real. 
A segunda foto mostra o tamanho da Terra vista da Lua menor que o tamanho da Lua vista da Terra. 
Qual será o tamanho real da Terra vista da Lua? 
O diâmetro da Terra é 3,7 vezes maior que o diâmetro da Lua e a massa da Terra é 81 vezes maior que a massa da Lua. Estes são dados da própria NASA!
Veja, abaixo, mais duas fotos que mostram sombras em mais de uma direção. Mais um detalhe: o que são as luzes existentes no canto superior esquerdo destas fotos? 
A NASA afirma que não se trata de iluminação artificial são apenas brilhos que incidem nas lentes da câmera fotográfica e os refletem no fundo do interior da câmera, causando este "defeito visual" no filme, também encontrado em diversas outras fotos. Agora, note como são perfeitas as definições de sombra na roupa do astronauta Edwin Aldrin sendo que, na Lua, não há refração da luz. Ou seja, não existe penumbra. Ou a sombra é total (totalmente preta), ou não há sombra. Penumbras como estas, perfeitamente visíveis na roupa de Aldrin, são impossíveis de existirem na Lua porque lá não há atmosfera. E são os gases existentes na atmosfera os responsáveis pelas penumbras no nosso planeta.
Por quê não deveria haver penumbra na Lua? Simplesmente porque na Lua não existe atmosfera. Muito menos oxigênio! Não há gás algum sobre a superfície lunar, o que impede que haja penumbra. Portanto, se a foto acima possui penumbra, pode ter certeza que ela não foi tirada na Lua! Foi tirada na Terra!
Deixando claro que quem diz que não há atmosfera na Lua é a própria NASA! Segundo ela, não há atmosfera na Lua porque a gravidade lá é muito baixa. A gravidade na Lua é tão pequena que não consegue sequer reter os gases que costumam se formar em volta de um corpo celeste. Para comprovar que a própria NASA diz que não há atmosfera na Lua, basta acessar o endereço
 http://www-spof.gsfc.nasa.gov/stargaze/Smoon2.htm e ler o conteúdo do subtítulo The Airless Moon (A Lua sem Atmosfera).
 Assim, você verá que a gravidade na Lua é seis vezes menor que a gravidade na Terra. E... relembrando... Se não há atmosfera, não há vento, não há oxigênio, não há refração da luz, não há penumbra.
Edwin Aldrin está bem no meio da sombra do Módulo Lunar. Ou seja, era para tudo ali estar completamente escuro, totalmente preto, devido à ausência das partículas de oxigênio e outros gases no vácuo. Não haveria a mínima possibilidade de vermos Aldrin nesta foto.
 Portanto, eis aqui mais uma prova de que esta foto nunca foi tirada na Lua!
Edwin Aldrin, "na Lua", ao lado da bandeira tremulante dos Estados Unidos da América! De onde veio esse vento? Será que o Vento Solar tem a capacidade de tremular uma bandeira tão fortemente como afirma a NASA? Inacreditável!!! Segundo nossos analistas: 
"Típica foto para um poster, foto de cinema, coisa de americano".

Observe as fotos da Lua e veja a quantidade de pegadas no solo "lunar". Só que, nas pegadas, encontramos outro problema: para que se forme a marca de uma pegada, tem que haver umidade no ar. Na Lua não tem ar! Muito menos umidade! Portanto, é praticamente impossível que se formem pegadas tão bem definidas como estas das fotos acima. Uma pegada, na Lua, se desmancharia assim que a bota levantasse do chão, tal como acontece no fundo do mar, onde há umidade aos extremos.

Veja que interessante: a foto abaixo a direita não é da viagem da nave Apollo 11 e sim da Apollo 17, três anos depois.
 Veja que eles perceberam o "vacilo" do pé do Módulo Lunar  e resolveram tentar corrigir a falha, afundando o pé do módulo na terra.
Agora abaixo, a Apollo 11 novamente: veja como parece que o módulo foi colocado delicadamente ali e note como são profundas as pegadas do astronauta na superfície lunar, enquanto o pé do módulo lunar se mostra perfeito sobre a superfície, sem afundar. 
Como seria possível ser esse "pé" um dos responsáveis pela sustentação, durante uma queda, de um módulo de tantas toneladas?
          

Preste muita atenção, agora, nos pés do módulo e no chão que está bem embaixo da parte central do Módulo Lunar. Não há sinal algum de que o módulo tenha vindo do espaço, com propulsores potentes que provavelmente teriam feito até uma cratera embaixo do módulo. Do jeito que está na foto, o módulo foi colocado delicadamente nesse lugar...
A primeira foto do Módulo Lunar sem marca alguma no chão. Além disso, sem proteção alguma, a foto foi batida contra o Sol. Tente fazer isso aqui da Terra e veja se a foto não sairá queimada. Na Lua, a foto se queimaria mais facilmente ainda, tendo em vista que lá não há atmosfera e a luz solar incide com mais rigor na Lua. Detalhe: a foto é de 1969...
A NASA está recebendo tantas críticas e indagações referentes à ida do homem à Lua que resolveu contratar, no final do ano de 2002, James Oberg, um renomado escritor aeroespacial, para tentar justificar à população mundial de que tudo teria sido realmente verdade. A BBC News publicou uma matéria a respeito, que pode ser lida no endereço http://news.bbc.co.uk/1/hi/sci/tech/2410431.stm. Oberg não lançou livro algum com este propósito. Você mesmo pode procurar isso no endereçohttp://www.jamesoberg.com/books.html.
O escândalo da fraude da viagem do homem à Lua veio à tona em 2001, quando a empresa norte-americana Fox Television fez um programa mostrando diversas evidências da fraude. O programa foi ao ar com o nome "FOX Special - Conspiracy Theory: DID WE LAND ON THE MOON?" (Especial FOX - Teoria da Conspiração: NÓS POUSAMOS NA LUA?).
Segundo a NASA, as câmeras utilizadas para tirar as fotografias foram de modelo HASSELBLAD 500EL munidas de filme Kodak especial  e de um revestimento de prata que foi colocado nas câmeras para deixá-las mais resistentes às variações térmicas, mas creio eu que não o suficiente para suportar as extremas variações de temperatura da Lua. A temperatura na Lua varia tanto, que seria impossível trazer de lá uma única fotografia para ser exibida na Terra. Só para se ter idéia, a temperatura na Lua varia de -153ºC à noite a +107ºC durante o dia, conforme dados obtidos na NASA no endereço http://solarsystem.nasa.gov/features/planets/moon/moon.html. 
Como é que hoje, mais de três décadas após este grande sucesso norte-americano, ainda não existe um único filme de máquina fotográfica capaz de suportar sequer a pequenas variações de temperatura? Ou será que eles já possuíam as tão cobiçadas câmeras digitais existentes atualmente, que gravam as fotos em chips?
Mas, ainda segundo a NASA, e conforme pode ser comprovado acessando os links acima, não foram utilizadas câmeras fotográficas digitais para tirar essas fotos. Foram utilizadas câmeras fotográficas convencionais com filmes Kodak.
 Entrando em contato com o suporte da Kodak do Brasil, pela Internet, um dos pesquisadores sobre o assunto, Sr. André Basílio, perguntou e obteve a seguinte resposta:
"Prezados(as) Senhores(as), 


eu gostaria de saber qual é a temperatura máxima e mínima que um filme normal com as fotos já batidas e ainda não revelado pode ser exposto. Gostaria de saber também se existe atualmente algum filme especial que resista a grandes variações de temperatura. Caso exista, gostaria que me informassem qual é o máximo e mínimo de temperatura suportável pelo filme.


Muito obrigado pela atenção!
Cordialmente,
André Basílio."


A resposta que o mesmo obteve foi:
"Sr. André,
Agradecemos o contato mantido conosco e o interesse demonstrado pelos produtos e serviços Kodak. Informamos que um filme já exposto e ainda não processado não deve ser submetido a altas e/ou baixas temperaturas. O ideal é mantê-lo em local fresco e arejado com temperatura ambiente. Não dispomos de filmes especiais que suportem variações de temperatura.


Atenciosamente,
Centro de Informações ao Consumidor
Kodak Brasileira Com. Ind. Ltda
0800 15 0000


O código do atendimento que me retornou a resposta acima é KMM5745727C0KM. Caso haja alguma dúvida qualquer usuário pode checar pessoalmente as informações acima, utilizando o código recebido pelo Sr. André ou utilizando o telefone (gratuito) 0800 ou ainda atendimento via internet.
Outro fato contestado por inúmeros pesquisadores é a falta de estrelas no fundo das fotografias. Já que não há atmosfera na Lua e a atmosfera atrapalha, de certa forma, a nossa visão, o brilho das estrelas deveria ficar bem mais reluzente visto da Lua, devendo ser muito nítido nas fotografias. A desculpa que a NASA dá para este fato é que, na Lua, a luz do Sol é tão intensa que ofusca o brilho das estrelas. 
Segundo fotógrafos profissionais entrevistados pelo Portal Brasil o principal motivo da falta de estrelas seria a necessidade de se ter um grande tempo de exposição do filme, mas já que a NASA possuía "equipamentos e soluções tão brilhantes" esse seria um mero detalhe. Nesse item ficou a dúvida...

A foto acima é de se impressionar. Observe atentamente a quantidade de erros e montagens indevidas:
1 - A sombra da antena parabólica está para um lado, a do astronauta para outro e a da bandeira para outro!


2 - A bandeira deveria estar totalmente caída no mastro, devido à ausência de vento na Lua.
3 - Há diversas penumbras na foto, impossíveis de existirem num ambiente sem atmosfera.
4 - Há pegadas por toda a parte, impossíveis de existir num ambiente sem umidade.
5 - Não há estrelas no céu, que deveriam ser melhores visíveis na Lua.
6 - No chão, embaixo do Módulo Lunar, não há indícios dele ter pousado ali. Onde estão as marcas dos propulsores sobre a terra?
7 - Um astronauta nunca pousaria uma espaçonave bem ao lado de uma cratera! (veja a esquerda da nave).


Observe nos filmes que foram transmitidos para todo o planeta, da suposta conquista da Lua. Perceba que os astronautas transmitiam, em tempo real, vídeo e som para a base nos Estados Unidos. A conversa entre a base e os astronautas ocorria em tempo real naquela época! Como era possível isso há mais de 3 décadas atrás sendo que, hoje, para uma rede de televisão transmitir uma imagem para o outro lado do planeta são gastos 2 segundos para a imagem chegar lá e mais 2 segundos para a imagem voltar, gastando, ao todo, 4 segundos utilizando a mais alta tecnologia existente atualmente!?
Outro dado conflitante é o de que o Sol emite uma radiação, na Terra, de cerca de 0,36 rem/ano. REM é abreviatura de Roentgen Equivalent for Man. Wilhelm Konrad Roentgen é o nome do físico alemão inventor dos raios X. Dentro de estações espaciais, astronautas costumam receber radiações de cerca de 6 rem/ano. E, na Lua, esta radiação pode chegar a até 7000 rem/minuto! Tendo em vista que a população do nosso planeta está acostumada a receber entre 0,1 e 2 rem/ano, e o ser humano consegue resistir a um máximo de 4,5 rem/mês, a radiação de 7000 rem/minuto torna-se letal para qualquer indivíduo! 
Esses dados podem ser conferidos em estudos realizados pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, publicados no site http://astro.if.ufrgs.br/esol/esol.htm, no subtítulo Tempestades de 1999 a 2003; e também em estudos realizados pela Universidade Estadual Paulista no endereçohttp://inorgan221.iq.unesp.br/quimgeral/nuclear/nuclear8.html. Além das referências brasileiras, no último parágrafo do endereço http://www.nas.nasa.gov/About/Education/SpaceSettlement/75SummerStudy/Chapt.2.html, que contém um estudo feito pela própria NASA sobre as propriedades físicas do espaço, conseguimos encontrar uma informação de que, normalmente, um ser adulto consegue suportar até 5 rem/ano, embora hajam casos de exposição a 50 rem/ano, que se aproxima bem dos 4,5 rem/mês especificados acima.
Outros estudos (Espanha):
 Segundo a Nasa, a estranha silhueta que aparece na foto, tomada do Módulo Lunar a 95km da superfície lunar, é a sombra projetada pelo foguete do Módulo de Controle. Mas quando um avião de grande tamanho voa a baixa altitude sobre a Terra, não projeta sombras tão grandes e definidas. 
Os Investigadores Ralph René, escritor de New Jersey, sustenta que o homem nunca foi à lua. Afirma que as fotos das missões Apollo foram feitas em um estúdio do Governo perto da cidade de Mercury (Nevada). 
Por outro lado, o britânico David Percy, fotógrafo profissional, expõe como argumento que a iluminação das fotografias das missões Apollo só se poderiam conseguir num estúdio da Terra. Também diz ter um informador da Nasa, que filtrou informações sobre a fraude. Outros afirmam que a Nasa não contava com o tempo suficiente para desenvolver a tecnologia que poderia levar os homens a Lua. A isto soma-se outra duvida: por que não voltaram a enviar outra missão? 
Ampliando cada foto tirada pela NASA você pode verificar que, na lente interna das câmeras fotográficas utilizadas, há tênues cruzes utilizadas como marcadores para que as imagens a serem fotografadas sejam melhor focalizadas. Estas cruzes ficam na parte interna da câmera, entre o filme e o obturador. Nas fotos poderiam ter sido utilizadas lentes objetivas para distorcer um pouco as imagens, conforme pode ser comprovado ampliando as próprias fotos, mas tais lentes objetivas estariam do lado de fora da câmera e nunca poderiam distorcer as cruzes constantes na foto, feitas pela lente interna da câmera! Veja que as cruzes estão distorcidas! Portanto, só nos resta concluir que estas fotos foram manipuladas em estúdio!                                                                
              
Buzz Aldrin está de pé com o sol quase as suas costas. Na lua o contraste entre a escuridão e a claridade é muito notável, pelo que seria impossível que se vissem tantos detalhes do traje espacial.
Segundo os cientistas por não haver atmosfera na Lua a visibilidade é totalmente nítida, mas nesta foto o fundo do astronauta esta borrado. No capacete se observa um estranho objeto refletido, o qual não ha possibilidade de saber com exatidão do que se trata.
Em 27 de maio de 1967 surgiram uns importantes problemas no módulo de comando do Apollo 1, enquanto os astronautas estavam trabalhando nele houve um corte de transmissão: “Temos um incêndio na cabina”. 
Em poucos segundos a temperatura se elevou a 1400 graus devido a alta concentração de oxigênio puro. Os três astronautas daApollo 1 morreram. Muitos dos que duvidam da Nasa, dizem que era impossível solucionar todos os defeitos tecnológicos que tinham, num intervalo tão curto de 2 anos.
Além disso, segundo a própria NASA, nova missão deve ir a Lua em 13 anos - tempo necessário para se desenvolver todo aparato necessário, novo módulo, novos foguetes, novos instrumentos e também controles em Terra. Como conseguiram então enviar o homem a Lua se dois anos antes (02 anos!) a Apollo1 foi destruída?
Relato de engenheiro brasileiro com doutorado na Universidade de Stanford, CA, USA, na área de Ciências Aeroespaciais com vários professores e engenheiros que participaram do projeto Apollo: "Tive a oportunidade de conhecer pessoalmente Neil Armstrong. Por exemplo: no caso das pegadas e das marcas dos suportes do módulo lunar, se uma pegada feita por um astronauta pode fazer a marca indicada nas fotos, imagine a "marca" que os suportes do módulo fariam no solo lunar. Não se observam estas marcas! O sistema de propulsão para frear o módulo teria feito uma enorme marca no solo devido à força dos gases (princípio da ação e reação). Como foi observado, essas marcas não existem. Em segundo lugar, o "piloto automático" não funcionou, segundo o relato de um professor que ajudou no projeto. O Filtro de Kalman teve que ser desativado por falta de ruído, e Neil assumiu o comando manual causando um grande impacto no pouso. Palavras do professor "B"! Onde estão as marcas do impacto? Muitos norte-americanos, tais como o professor "B", acreditam piamente que o pouso foi feito, embora hajam alguns aspectos técnicos inexplicáveis. A viagem à Lua aconteceu. O que provavelmente não aconteceu foi o pouso no solo Lunar".
E dentre tantas dúvidas ainda outras perguntas ficam no ar:
1) Como conseguiram manter no espaço as baterias durando tanto tempo sem uma fonte para recarregá-las?
2) Pelo tamanho do Módulo Lunar, dificilmente existiria nele combustível suficiente para colocá-lo em órbita. Como foi feita essa operação?
3) O homem só teria ido à Lua por seis vezes, exatamente durante a gestão de Richard Nixon, num prazo de três anos. Após isso, nunca mais o homem teria voltado à Lua. Por quê?
Duvide de tudo. Tal como estamos contestando a NASA, há muitos que nos contestam. Procure você mesmo (a) o caminho da verdade.
"Não acredite no que eu digo, pois é a minha experiência e não a sua. 


Experimente, indague e busque."

Osho Rajneesh


FONTES:
1. André Basílio, empresário e pesquisador, residente em Pará de Minas (MG) - www.afraudedoseculo.com.br;
2. Estudantes de astronomia da Universidade de Madri;
3. Base de dados do Portal Brasil - www.portalbrasil.net.





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