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domingo, 8 de setembro de 2013

LIXO ESPACIAL

Há tanto lixo espacial ao redor da Terra que qualquer colisão no espaço pode levar a uma reação em cadeia que destruiria satélites vitais, de acordo com um relatório do Pentágono apresentado ao Congresso dos Estados Unidos. Uma colisão entre dois satélites, por exemplo, poderia resultar em centenas de peças em movimento que poderiam atingir outros equipamentos.

Um evento desse tipo e com grande porte seria desastroso, que poderia afetar sinais de TV, meteorologia, o sistema de navegação global e conexões de telefone internacionais, entre muitos outros serviços, inclusive alguns de uso secreto.Estima-se que existam entre 3 mil satélites em órbita ao redor do planeta, mas o número de destroços desde o lançamentodo Spunik, há 53 anos, chegaria a dezenas de milhões, muitos resultantes de velhos foguetes, satélites abandonados e estilhaçõs de mísseis.

Lixo espacial
O tanque propulsor principal de um veículo de lançamento Delta 2 que caiu em Georgetown, no Texas, em 22 de janeiro de 1997.

Lixo Espacial
Também conhecido como detrito espacial, abrange a presença de restos de naves, satélites desativados, combustíveis, lascas de tintas, foguetes, objetos metálicos, ferramentas e até uma luva de astronauta que forma uma nuvem de objetos que estão ao redor da atmosfera do planeta Terra.

Na órbita da Terra não apresentam nenhuma utilidade, podem ser peças de pequeno a grande porte. O lixo espacial representa riscos de acidentes que possam acontecer por possíveis colisões ou pela reentrada desses materiais na atmosfera terrestre.

Uma colisão ocorrida numa velocidade orbital pode danificar o funcionamento de novos satélites e a atividade de astronautas. Qualquer colisão de um lixo espacial sobre um outro lixo ou objeto espacial recém lançado, pode gerar a Síndrome de Kessler.

A síndrome de Kessler, apresentada por um físico da NASA,  define uma alta quantidade de detritos que, ao se chocarem, geram detritos secundários fragmentados, multiplicando o número de detritos na órbita do planeta.
Os primeiros lixos espaciais surgiram na época da corrida espacial entre EUA e URSS, iniciada na década de 50, quando o primeiro satélite russo, o Sputnik, foi lançado em 1957, e abandonado na órbita.

Em 1991, o ônibus espacial Discovery, foi o primeiro a realizar uma manobra de desvio para não colidir com os restos do satélite russo Kosmos. Os detritos circundam na órbita terrestre baixa 
(Low Earth Orbit), e na geoestacionária
(Geostationary Orbit).

No decorrer dos anos, os detritos perdem altitude, aumentando a possibilidade de queda na Terra, atraídos pela gravidade da Terra. Trazem o risco de caírem em alta velocidade e trazendo consigo restos de combustíveis.

As agências espaciais estão utilizando componentes feitos de alumínio que desintegram em grandes altitudes., diferente do que ocorre com o titânio, o aço inoxidável e o berílio.
 Todo detrito espacial é estudado da Terra através de radares, telescópios óticos e de espaçonaves em missão.
Foto: Reuters
Um fazendeiro australiano encontrou em suas terras, no sudoeste de Queensland, uma bola retorcida de metal que ele acredita ser lixo espacial. O homem está certo que o destroço pertence a um foguete que é utilizado para lançar satélites comerciais. Na teoria, a peça teria de ser destruída totalmente ao reentrar na atmosfera da Terra. (Foto: Reuters)









 






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