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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

SONDA VOYAGER

Sonda Voyager 1 imortais
A sonda foi lançada com o objetivo de fazer descobertas sobre os planetas que ficam fora do alcance das naves tripuladas. Ela fez descobertas sobre o planeta Júpiter e fotografou os anéis de Saturno.

Em 1977, as sondas espaçiais Voyager 1 e Voyager 2 foram enviados no sistema solar rumo a planetas distantes (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno).

As imagens que nos chegam de novo em 2011, sempre se reflete em nosso passado, mas também mostrar-nos o nosso futuro. 

"Se houvesse um prêmio Nobel de sondas espaciais, seria sem dúvida a Voyager 1 e 2 que revolucionaram nossa compreensão dos planetas e continuam a fazer descobertas quase 35 anos após seu lançamento." Rosine Lallement, um astrônomo do Observatório de Paris. No final do ano de 2011, a Voyager 1 é 17,9 bilhões km, e Voyager 2, 14,5 bilhões km. 
Eles têm muito que passou os gigantes de gás. 
Voyager 1, o mais rápido, viaja a uma velocidade de 17 km/s (cerca de 60 000 km/h), ele está prestes a deixar o sistema solar atravessar a fronteira, a heliopausa. 
Uma vez libertado da força gravitacional do sistema solar, as sondas começarão no espaço infinito do Galaxy, nova aleatória influências estelares.

A distância das sondas não permite que os astrônomos para obter informações em tempo real, porque a distância torna a operação mais complexa e assíncronas. Um sinal de rádio leva quase 17 horas, à velocidade da luz para chegar a Voyager 1. A Nasa estima que a energia fornecida por três geradores termoelétricos de radioisótopos deve operar até 2020. Em 2020 sua distância cresceu de 4,8 bilhões km, será cerca de 22 bilhões km.
Voyager 1 é a primeira sonda espacial que nos enviou imagens detalhadas das luas de Júpiter e Saturno. 

Em 2011, 34 anos após o seu lançamento, continua a enviar dados científicos. Esses 825 kg de metal, cheio de tecnologia do século 20, leva uma eternidade, nas profundezas da galáxia, os seus instrumentos científicos (câmera, sensor, detector de partículas). Estes instrumentos, para o estudo do nosso sistema solar vai viajar para sempre, outras estrelas sem aviso prévio. 

Se Voyager 1 e Voyager 2 está indo para Proxima Centauri, a estrela mais próxima, eles chegariam ao sistema de estrelas próximas, em cerca de 75 000 anos. Esses traços da humanidade esperando para dar testemunho da existência de vida extraterrestre, a de um belo ponto azul, tornar-se muito pequena no espaço profundo entre as estrelas. Em 14 de fevereiro de 1990, a NASA controle sonda Voyager 1, vire-se e fotografar os planetas que havia ultrapassado (foto contra). 
Das 60 imagens deste evento único, uma das imagens que a Voyager foi enviado para a Terra 6,4 bilhões de quilômetros, 42 vezes a distância Terra-Sol. 
E sim, nós o pálido ponto azul pequeno, perdido na imensidão do universo, que recebe a luz fraca do sol, mas visível.


Os Limites do Sistema Solar
O vento solar viagem a sua velocidade máxima de cerca de 95 UA, três vezes a distância do último planeta (Netuno) no sistema solar. A heliopausa é a última fronteira do sistema solar é a fronteira onde o vento solar se desvanece e onde começa o espaço interestelar. Neste ponto, o vento solar colide com os ventos adversária no meio interestelar, a sua dinâmica já não é suficiente para empurrar o gás da galáxia, o hidrogênio eo hélio rarefeito. O choque de terminação é uma fronteira através separado da heliosheath pela heliopausa (heliosheath), a turbulência onde o vento solar é desacelerado e comprimido pela pressão interestelar. Quando as partículas do Sol colidem com partículas interestelares, eles diminuem a velocidade, aquecem e emitem energia. Essas partículas se acumulam na heliopausa, altamente energizados, criando uma onda de choque. Esta onda de choque é o traço deixado pelo Sol durante sua jornada através da Via Láctea. A distância até a heliopausa não é precisamente conhecida, porque, provavelmente, varia dependendo da velocidade do vento solar ea densidade temporal do meio interestelar.

A heliosfera protege o sistema solar dos raios cósmicos, mas Voyager 1 está prestes a ultrapassar as condições de contorno e exposição ao espaço interestelar desconhecido para nós.

O choque de terminação, os limites do sistema solar

Esta imagem de 2011 posições, Voyager 1, lançada em 1977, é 17,9 bilhões milhas. Seu sinal é de 17 horas para ir 117 vezes a distância Terra-Sol. 
Pioneer 10 foi de 15,4 bilhões de km do Sol, Voyager 2 para 14,5 bilhões km, Pioneer 11 e 12,4 bilhões quilômetros, bem além da órbita de Plutão. Abaixo da Pluto a sonda New Horizons é 3 bilhões  quilometros. Todos esses naveis espaciais enviadas pelo homem, usou o estilingue gravitacional de efeitos para a velocidade. Voyager 1 é o mais rápido com uma velocidade de 17 km/s.

"A missão Voyager é uma lenda nos anais da exploração espacial. Abriu os nossos olhos à riqueza científica do Sistema Solar exterior, e desbravou caminho à maior e mais profunda exploração do domínio do Sol alguma vez levada a cabo," disse Alan Stern, administrador associado da Direcção de Missões Científicas da NASA, em Washington. "Que ambas as sondas continuem a entregar importantes descobertas mais de 25 anos depois das suas missões principais em Júpiter e Saturno terem terminado, é um testamento aos desenhadores, construtores e operadores das Voyager."
Durante a primeira dúzia de anos de voo, as Voyager exploraram em detalhe Júpiter, Saturno, as suas luas, e conduziram as primeiras explorações de Urano e Neptuno. As Voyager enviaram imagens nunca-antes-vistas e dados científicos, fazendo descobertas fundamentais acerca dos planetas exteriores e suas luas. As sondas revelaram a atmosfera turbulenta de Júpiter, que inclui dúzias de sistemas de tempestades tipo-furacão em interação, e vulcões em erupção na lua de Júpiter, Io. Também mostraram ondas e estruturas finas nos anéis gelados de Saturno a partir dos puxos de luas vizinhas.
Durante os últimos 18 anos, as gémeas têm estudado a heliosfera exterior do Sol e a sua fronteira com o espaço interestelar. Ambas permanecem de boa saúde e enviando dados científicos 30 anos depois de terem sido lançadas.
A Voyager 1 é atualmente o objeto mais distante feito pelo Homem, viajando a uma distância do Sol de cerca de 15,5 mil milhões de quilômetros (a esta distância, está mais distante do Sol do que qualquer outro objecto natural do Sistema Solar, incluindo Sedna [embora Sedna tenha uma órbita que o leva a 975 UA do Sol no seu afélio, está atualmente a menos de 90 UA do Sol e aproximando-se do seu periélio de 76 UA]). A Voyager 2 está a aproximadamente 12,5 mil milhões de quilômetros do Sol. Originalmente desenhadas para uma missão com a duração de quatro anos a Júpiter e Saturno, as suas viagens foram prolongadas devido aos seus feitos alcançados e a um alinhamento planetário raro, que só acontece a cada 176 anos. A missão aos dois planetas eventualmente tornou-se num "Grand Tour" a quatro planetas. Depois de completar a parte extra das suas missões, as duas sondas começaram a tarefa de explorar a heliosfera exterior.
"A missão Voyager abriu o nosso Sistema Solar de uma maneira inatingível antes da Era Espacial," disse Edward Stone, cientista do projeto no Instituto de Tecnologia da Califórnia, em Pasadena. "Revelou os nossos vizinhos do Sistema Solar exterior e mostrou-nos quão muito mais há a aprender e quão diversos são os corpos que partilham o Sistema Solar com o nosso planeta Terra."
Em Dezembro de 2004, a Voyager 1 começou a atravessar a fronteira final do Sistema Solar, uma grande zona que atua como uma espécie invólucro para o Sistema Solar (no diagrama acima com o nome de "heliosheath"). Esta área turbulenta, a aproximadamente 14 mil milhões de quilômetros do Sol, é onde o vento solar diminui de velocidade à medida que colide com o fino gás que preenche o espaço entre as estrelas (chamado meio interestelar). Se a Voyager 1 ainda estiver funcionando quando finalmente passar a heliopausa, os cientistas aí terão as suas primeiras medições diretas das condições do meio interestelar. A Voyager 2 poderá alcançar este limite até ao final do ano, pondo ambas as Voyager na sua fase final da viagem que tem como destino o espaço interestelar.
Cada sonda transporta cinco instrumentos científicos em perfeito funcionamento que estudam o vento solar, as partículas energéticas, os campo magnéticos e ondas de rádio à medida que viajam por esta região inexplorada do espaço profundo. As sondas estão demasiado longe do Sol para usar energia solar. Consomem menos de 300 watts, a quantidade de energia necessária para iluminar uma brilhante lâmpada. Os seus geradores termoelétricos de radioisótopos de alta longevidade providenciam a energia. Espera-se que tenham energia para continuar a operar até 2020, quando a energia eléctrica disponível deixar de ser a suficiente para operar os instrumentos científicos. Nesta altura, o envio de dados científicos e as operações das sondas cessarão.
"A operação continuada destas sondas e o fluxo de dados enviado aos cientistas é um testamento à competência técnica e dedicação da pequena equipa de operações," disse Ed Massey, gestor do projecto Voyager no JPL da NASA em Pasadena, Califórnia. Massey lidera uma equipa de quase uma dúzia de pessoas nas operações diárias das sondas Voyager.
As Voyagers transmitem para casa via Rede de Espaço Profundo da NASA, um sistema de antenas espalhadas por todo o mundo. As sondas estão tão distantes que os comandos enviados da Terra, viajando à velocidade da luz, demoram 14 horas (ida apenas) para alcançar a Voyager 1 e 12 horas para alcançar a Voyager 2 (como base de comparação, a Lua está a cerca de 1.3 segundos-luz da Terra, o Sol a cerca de 8.3 minutos-luz, e Plutão a 5.5 horas-luz). Cada das Voyager percorre cerca de um milhão e seiscentos mil quilómetros por dia.
Cada transporta um disco de cobre revestido a ouro (e a respectiva agulha), uma autêntica cápsula do tempo, com saudações em 55 línguas (Português incluído), 115 imagens (entre elas encontra-se uma imagem de pescadores portugueses) e 35 sons naturais da Terra (vento, pássaros, água...). Foram também incluídos excertos de música étnica, obras de Bach, Beethoven e Mozart, e "Johny B. Goode" de Chuck Berry. Os conteúdos deste disco foram selecionados por um comité liderado por Carl Sagan. O próprio disse, acerca dos discos dourados: "As sondas serão encontradas e o disco será ouvido apenas por civilizações com capacidade de viajar entre as estrelas. Mas o lançamento desta 'garrafa' ao 'oceano' cósmico diz algo muito esperançoso sobre a vida neste planeta."
Os discos também contêm direcções em como encontrar a Terra, caso qualquer das duas seja recuperada por alguém ou algo, quer seja vida extraterrestre os humanos do futuro. As Voyager demorarão cerca de 40.000 anos a alcançar a estrela mais próxima. "Próxima", no sentido que estarão a cerca de 1.7 anos-luz da estrela mais próxima, respectivamente. 
Especulativamente, se outros seres (humanos ou não) não forem ao encontro das sondas propositadamente, demorará pelo menos 40,000 anos até que os discos dourados sejam novamente encontrados. Dado que as sondas são extremamente pequenas quando comparadas com a vastidão do espaço interestelar, é extremamente improvável que alguma vez sejam interceptadas. Se forem de facto descobertas por uma raça alienígena, será num futuro bem distante, e por isso estes discos dourados são melhor descritos como uma cápsula do tempo ou testemunho simbólico, ao invés de uma séria tentativa de comunicar com extraterrestres.
A sonda Voyager 1 não viaja na direção de nenhuma estrela em particular, mas daqui a 40,000 anos passará a 1.7 anos-luz da estrela anã vermelha AC+79 3888, localizada na constelação da Girafa. O mesmo acontecerá com a Voyager 2: encontrar-se-á à mesma distância anteriormente mencionada e no mesmo espaço de tempo, da estrela (também anã vermelha) Ross 248, na constelação de Andrómeda.
A mais recente missão de exploração de um planeta exterior é a New Horizons, que já está bem para lá de Júpiter e a dirigir-se para um encontro histórico com o sistema Plutoniano em Julho de 2015.

Voyager Interstelar: Sonda atinge os limites do Sistema Solar

Publicado em30/07/2013

3 comentários:

  1. eu gostaria de saber exatamente quais foram os feitos da Voyager2 e Voyager1

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  2. eu gostaria de saber exatamente quais foram os feitos da Voyager2 e Voyager1

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  3. eu gostaria de saber exatamente quais foram os feitos da Voyager2 e Voyager1

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