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quinta-feira, 1 de março de 2012

"Somos Físicos"O Maior Homem Que Já Viveu Na Terra


Uma túnica de algodão, um manto e uma sandália de  couro, este foi o mais humilde dos Homens que já viveu na Terra.
Ele nasceu em Belém, cidade da Judéia meridional, nos últimos anos do reinado de Herodes o Grande, quando Roma dominava a Palestina e Augusto era o imperador.
 Independente da óptica religiosa, produziu uma das alterações mais profundas na história das civilizações, como o Filho de Deus . 
O aparente paradoxo sobre o ano de seu nascimento deve-se a um erro de datação atribuído ao monge Dionísio o Pequeno, encarregado pelo papa, no século V, de organizar um calendário, e o dia 25 de dezembro foi fixado a mais de quatro séculos da nossa era (440) como data do seu nascimento com o fim de cristianizar a festa pagã realizada naquele dia. 
Por exemplo, o epsódio bíblico da visita dos três Reis Magos, teria ocorrido 8 meses depois de seu nascimento (19/12/06 a. C.), justificando-se inclusive a sinalização da Estrela Divina por uma conjunção planetária justificada por estudos de astronomia.
 O principal testemunho sobre sua existência são os quatro evangelhos, base da fé cristã, onde estão relatadas suas palavras e obras e as reações de seu povo, escritos originalmente em grego, se bem que o de Mateus pode provir de um texto anterior, em aramaico, aparentemente escritos antes do ano 80, exceto o de João, escrito no final do século I.
 Esses escritos coincidem entre si e com relatos de historiadores da época, como o judeu Flávio Josefo, historiador da corte romana de Domiciano e o maior dos historiadores romanos, Tácito. 
Filho de José, carpinteiro de Nazaré, na Galiléia, e sua esposa, Maria, nasceu quando seus pais estavam em Belém por causa de um recenseamento.
Como a notícia de que teria nascido aquele que seria o rei dos judeus, e como não sabia do seu paradeiro, Herodes ordenou uma matança de todas os meninos de Belém e no seu território, com até dois anos de idade (Mt 2:16), mas ele escapou da matança porque seus pais fugiram para o Egito, onde permaneceram até a morte de Herodes, alguns meses após, quando então José decidiu regressar com sua família e estabeleceu-se em Nazaré, e onde o Salvador passou a maior parte de sua vida trabalhando com o pai nas tarefas de carpintaria. 
Sua primeira aparição pública, aos 12 anos, segundo Lucas, deu-se quando a família visitava Jerusalém e seus pais o encontraram entre os doutores do Templo, ouvindo-os e interrogando-os. 
Segundo a tradição, após a morte de José, ELE compreendeu que estava na hora de começar a cumprir sua Divina Missão. 
Aos trinta anos encontrou-se, na Judéia, com seu primo João Batista, filho de Zacarias, famosa na região do Jordão por pregar o batismo como sacramento de penitência para o perdão dos pecados, sendo também por João batizado. 
Iniciou a pregação da Boa Nova, o Evangelho para os gregos, ou seja, a realização das profecias sobre o Messias e a instauração do reinado de Deus sobre o mundo a partir de Israel. 
Seguiu-se então acontecimentos impressionantes como o jejum no deserto, durante quarenta dias e quarenta noites, o episódio das bodas de Caná, primeira manifestação do seu poder divino, a expulsão dos mercadores do templo, a prisão de João Batista e o episódio da mulher samaritana.
Iniciando sua pregação itinerante e a realização dos inúmeros milagres, foi da Samaria à Galiléia e, rejeitado em Nazaré, chegou a Cafarnaum, às margens do lago Tiberíades ou mar da Galiléia, onde aconteceu o episódio da pesca milagrosa, e catequizou seus primeiros apóstolos:
 Simão Pedro, seu irmão André e os filhos de Zebedeu, Tiago e João, mais Filipe e Natanael, ex-discípulos de João Batista.
 
Aos 31 anos completou seus 12 apóstolos, todos eles galileus, realizou o famoso sermão da montanha e pregou suas mais notáveis parábolas, com as quais transmitia sua doutrina ao povo, aos sacerdotes e a seus seguidores.
 No período de seus 32 anos aconteceu a morte de João Batista por ordem de Herodes Antipas, e os dois grandes milagres: a multiplicação dos pães e dos peixes e a ressurreição de Lázaro. 
Também neste período ensinou no templo de Jerusalém, estabeleceu o primado de Simão, a quem chamou Pedro, e em presença dele, de Tiago e de João, realizou o prodígio da transfiguração e entrou triunfante em Jerusalém. 
À época do seu nascimento, a Galiléia era um conhecido foco da resistência judia contra Roma.
 O povo judaico esperava por um salvador revolucionário e libertador que recuperasse sua independência política perdida desde o exílio da Babilônia, no fim do século VI a. C., e depois de dominados por outros povos, tinham passado ao poder de Roma (63 a.C). 
Portanto a sua pregação, para muitos judeus, estava longe de ser coerente com a missão divina de ser o rei dos judeus.
 Aos 33 anos, foi considerado blasfemo e acusado de conspirar contra o César, quando Tibério era o imperador de Roma.
 Aprisionado no horto de Getsâmani, foi levado até ao pontífice Anás e, ante Caifás, o príncipe dos sacerdotes, com quem se haviam reunido os escribas e os anciões, passou a ser submetido a um processo religioso. 
Mais tarde, foi conduzido à residência do procurador romano da Judéia, Pôncio Pilatos, que sem entender a revolta da população, o enviou a Herodes Antipas.
 Por um gesto político de Herodes, foi devolvido a Pilatos, que não achando delito nenhum naquele homem, mas diante à pressão dos chefes de Israel e de uma multidão incitada por eles, ainda propôs uma permuta de prisioneiros. 
Porém a maior parte da multidão optou pela soltura do prisioneiro político Barrabás quando da opção de troca proposta pelo governo.
 Então pronunciou a sentença da sua condenação à morte na cruz, depois de declarar-se inocente de seu sangue. 
De acordo com as leis romanas, foi flagelado e teve que carregar uma cruz até a colina do Calvário, no monte Gólgota. 
Ali foi crucificado junto com dois malfeitores comuns, no dia 7 de abril (27), dez dias antes de completar 33 anos de idade, segundo cálculos de estudiosos, historiadores e astrônomos, então, sua data de nascimento aconteceu no mês de outubro.

Um grupo de arqueólogos e especialistas em assuntos religiosos apresentou em Nova York as conclusões de um estudo do qual faz parte uma possível inscrição em grego sobre a ressurreição de Jesus.
A hipótese teria como base objetos encontrados em um túmulo localizado em Jerusalém há três décadas.
"Até agora me parecia impossível que tivessem aparecido túmulos desse tempo com provas confiáveis da ressurreição de Jesus ou com imagens do profeta Jonas, mas essas evidências são claras", afirmou na terça-feira à agência de notícias Efe o professor James Tabor, diretor do departamento de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Norte, um dos responsáveis pela pesquisa.
Descoberto em 1981 durante as obras de um prédio no bairro de Talpiot, o túmulo está situado a menos de quatro quilômetros da Cidade Antiga de Jerusalém.
Um ano antes, no mesmo lugar, havia um túmulo que muitos acreditam ser de Jesus e sua família.
Junto com o professor de arqueologia Rami Arav, da Universidade de Nebraska, e do cineasta canadense de origem judaica Simcha Jacobovici, Tabor obteve permissão da Autoridade de Antiguidades de Israel para estudar o local desde que não houvesse participação humana. Para atender ao pedido, câmeras de alta tecnologia foram usadas.
IMAGEM DE PEIXE
Em uma das ossadas encontradas, que os especialistas situam em torno do ano 60 d.C., é possível ver a imagem de um grande peixe com uma figura humana na boca.
Segundo os pesquisadores, seria uma representação que evoca a passagem bíblica do profeta Jonas.
A pesquisa também descobriu uma inscrição grega que faz referência à ressurreição de Jesus, detalhou à Efe o professor Tabor. Ele acrescentou que essa prova pode ter sido realizada "por alguns dos primeiros seguidores de Jesus".
"Nossa equipe se aproximou do túmulo com certa incredulidade, mas os indícios que encontramos são tão evidentes que nos obrigaram a revisar todas as nossas presunções anteriores", acrescentou o especialista, que acaba de publicar um livro sobre a pesquisa, "The Jesus Discovery".
O professor reconhece que suas conclusões são "controversas" e que vão causar certo repúdio entre os "fundamentalistas religiosos", enquanto outros acadêmicos seguirão duvidando das evidências arqueológicas da cristandade.



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